A Copa do Mundo Feminina de 2027, que será disputada no Brasil de 24 de junho a 25 de julho, terá transmissão dividida entre a Globo e a CazéTV, definiu a organização do torneio.
O modelo encerra a disputa que marcou as últimas edições da Copa masculina e define como o torcedor brasileiro acompanhará a primeira edição do Mundial feminino em solo sul-americano.
A Globo será a emissora oficial em TV aberta e por assinatura, enquanto a CazéTV ficará responsável pelas transmissões em plataformas digitais, conforme informações divulgadas pela imprensa.
Da concorrência à divisão de papéis
A CazéTV ganhou relevância ao transmitir a Copa do Mundo de 2022 e se consolidou como alternativa digital à TV Globo. Desde então, as duas empresas disputaram os direitos de transmissão dos principais torneios. Agora, para o Mundial feminino, a Fifa optou por um modelo de parceria, com cada uma atuando em uma janela específica.
A decisão foi tomada após o encerramento da Copa do Mundo masculina de 2026, no último domingo (19), que marcou o fim do ciclo anterior de transmissões.
O evento contará com investimento público significativo. O governo federal projeta destinar entre R$ 500 milhões e R$ 1 bilhão para a Copa, como revelou o PIRANOT em junho.
O que ainda não foi revelado
Apesar da definição das emissoras, detalhes como a divisão exata das 64 partidas, os valores dos contratos de sublicenciamento e a possibilidade de compartilhamento de jogos ainda não foram divulgados oficialmente. A abertura está marcada para 24 de junho de 2027, com a final no Maracanã, no Rio de Janeiro.
A expectativa é que a Fifa e as emissoras detalhem o modelo de transmissão nos próximos meses.











