terça-feira, 14 de julho de 2026
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Entretenimento

Haaland volta da Copa com souvenir de guaxinim de US$ 750 e viraliza

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • O item, chamado "Whiskey Raccoon", foi adquirido na loja Wild Bill's Western Store, especializada em artigos country
  • O guaxinim de pelúcia segura uma garrafa de uísque e custa cerca de R$ 4 mil
  • Haaland brincou no X que o guaxinim "me seguiu até em casa" e abriu enquete para os fãs batizarem o souvenir
  • A procura disparou e o produto esgotou nos Estados Unidos após a repercussão
Reality

Erling Haaland voltou para a Noruega depois da eliminação na Copa do Mundo de 2026 carregando um souvenir improvável: um guaxinim decorativo avaliado em US$ 750, cerca de R$ 4 mil. A cena, registrada no retorno da seleção norueguesa, rapidamente saiu do circuito esportivo e virou assunto nas redes sociais.

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O atacante do Manchester City tratou o episódio em tom de brincadeira. Ao exibir o objeto, escreveu: “Isso me acompanhou”, frase que ajudou a transformar o guaxinim em personagem próprio da volta para casa.

A Noruega havia deixado a competição nas quartas de final, derrotada pela Inglaterra. Em vez de uma imagem tradicional de desembarque após a eliminação, o que dominou a repercussão foi Haaland atravessando o retorno com um item de aparência excêntrica, associado ao imaginário country dos Estados Unidos.

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Objeto vira meme e reforça o lado pop de Haaland

O souvenir foi descrito nas publicações sobre o episódio como um guaxinim empalhado ou uma pelúcia em formato de guaxinim. A composição exata do item não ficou clara, mas o preço informado — US$ 750, equivalente a quase R$ 4 mil — foi suficiente para impulsionar a curiosidade em torno do objeto.

A repercussão também se encaixa no histórico recente do jogador durante a Copa. No início de julho, Haaland já havia chamado atenção ao usar um relógio Breitling de edição limitada avaliado em R$ 300 mil. Dias antes, ele, Messi e Vini Jr. apareceram em uma lista de relógios exibidos no torneio que somavam até R$ 15 milhões.

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Desta vez, porém, o apelo não veio do luxo óbvio, mas do contraste: um dos nomes mais midiáticos do futebol mundial voltando de uma Copa com um guaxinim decorativo de alto preço nos braços. Foi essa combinação de derrota esportiva, humor involuntário e consumo extravagante que fez o objeto ganhar vida própria entre torcedores.

Com a seleção norueguesa fora do Mundial, Haaland inicia o período pós-Copa longe dos gramados da competição, mas ainda no centro da conversa digital. O guaxinim, por ora, virou o souvenir mais comentado da despedida norueguesa.

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