Carol Celico usou suas redes sociais nesta quarta-feira (28) para desmentir categoricamente uma das fake news mais duradouras do mundo das celebridades: a de que teria se separado do ex-jogador Kaká por ele ser ‘perfeito demais’. A empresária de 38 anos publicou um vídeo em seu Instagram no qual, com a voz pausada e expressão de cansaço, afirmou que a frase jamais foi dita por ela e revelou que acionou a Justiça para combater os responsáveis pela disseminação.
‘Não, eu nunca falei que eu me separei do Kaká, do pai dos meus filhos mais velhos, porque ele era perfeito demais. Isso é uma mentira’, declarou Carol no vídeo, cujo trecho viralizou instantaneamente. A história falsa começou a circular em 2022, quando uma entrevista concedida por ela a um veículo estrangeiro foi reinterpretada de forma distorcida por uma jornalista. A versão adulterada ganhou traduções em vários idiomas, transformou-se em meme e passou a ser citada em ‘cursos suspeitos e discursos machistas’, como a própria vítima do boato descreveu.
A segunda citação deixada pela ex-mulher de Kaká expõe a origem exata da deturpação: ‘Isso surgiu em tabloides estrangeiros como uma interpretação de uma jornalista, de uma entrevista que eu dei em 2022. Ela colocou essa frase como se fosse minha, e as pessoas começaram a acreditar’. Carol relatou que, na época, estava grávida de nove meses do filho mais novo e precisou enfrentar uma onda de ataques enquanto se preparava para o parto. ‘Fui muito xingada por algo que nunca disse. Foi uma das experiências mais dolorosas que já vivi’, desabafou, com a voz embargada.
Carol Celico e Kaká foram casados de 2005 a 2015 e tiveram dois filhos, hoje adolescentes. O término nunca foi amplamente detalhado por nenhum dos dois, o que contribuiu para que a fantasia da ‘perfeição’ ganhasse corpo. Após o divórcio, ela se casou novamente e teve mais um filho. Kaká, hoje com 44 anos e afastado dos gramados, não se manifestou publicamente sobre o novo esclarecimento da ex-esposa.
A ação judicial mencionada por Carol Celico ainda não tem detalhes públicos, mas, segundo fontes próximas, pode envolver pedidos de retratação e indenização contra os veículos que amplificaram a versão falsa. O caso se alinha a um movimento crescente de figuras públicas que reagem a fake news na esfera legal, especialmente quando a desinformação ganha proporções internacionais e ofende a honra.
O episódio reforça a necessidade de apuração rigorosa antes de compartilhar conteúdos virais. O PIRANOT mantém um acervo histórico de desmentidos que mostra como boatos do entretenimento se multiplicam mesmo sem qualquer evidência. Procurada, a assessoria de Kaká não retornou até a publicação desta reportagem.











