sexta-feira, 24 de julho de 2026
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Economia

Intel amplia prejuízo para US$ 11 bi apesar de receita 25% maior

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • A perda cresceu 280% em relação ao mesmo período de 2025, quando foi de US$ 2,9 bilhões.
  • A companhia reportou prejuízo GAAP por ação de US$ 2,16, mas lucro ajustado por ação de US$ 0,42.
  • A divisão de laptops e desktops somou US$ 8,88 bilhões em vendas no trimestre.
  • Data centers e inteligência artificial responderam por US$ 6,26 bilhões da receita.
  • O balanço ocorre em meio à transição para o modelo Intel Foundry e a investimentos em litografia.

A Intel chega ao mercado nesta sexta-feira com prejuízo líquido de US$ 11,03 bilhões no segundo trimestre de 2026, após divulgar o balanço nos Estados Unidos na quinta-feira (23).

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A perda cresceu ante o prejuízo líquido de US$ 2,9 bilhões registrado no segundo trimestre de 2025, uma alta de 280,34%, enquanto a receita líquida subiu 25%, para US$ 16,1 bilhões.

O contraste central do balanço está entre o resultado contábil e as métricas ajustadas: a Intel reportou prejuízo por ação GAAP de US$ 2,16, mas também lucro ajustado por ação de US$ 0,42. A diferença ajuda a explicar por que o mercado separa despesas contábeis do desempenho operacional ajustado.

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Prejuízo cresce após lucro registrado em 2025

A sequência financeira da Intel mudou em menos de um ano. Em 2025, a companhia registrou lucro líquido no terceiro trimestre. Em 23 de julho de 2026, publicou prejuízo líquido de US$ 11,03 bilhões no segundo trimestre de 2026.

Entre as divisões de negócio, a receita de laptops e desktops somou US$ 8,88 bilhões no segundo trimestre de 2026. A área de data centers e inteligência artificial registrou US$ 6,26 bilhões no mesmo período.

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Lucro ajustado contrapõe perda contábil

O prejuízo líquido de US$ 11,03 bilhões pesa na leitura contábil, mas não encerra a interpretação do trimestre. O lucro ajustado por ação de US$ 0,42 apresenta uma medida operacional diferente do prejuízo GAAP por ação de US$ 2,16.

Com receita maior e perda líquida mais profunda, a Intel entra no segundo semestre de 2026 pressionada a reduzir o prejuízo contábil e sustentar o desempenho ajustado, em um mercado disputado por AMD, Nvidia e fabricantes asiáticos.


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