terça-feira, julho 7
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Polícia

Três pessoas morrem carbonizadas em colisão traseira na Rodovia Castello Branco

· 4 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • O Corpo de Bombeiros chegou ao local seis minutos após o impacto e mobilizou três viaturas para o trecho em Osasco.
  • As três mortes foram confirmadas no próprio local às 0h10 de segunda-feira, e o único sobrevivente foi levado ao hospital às 1h30.
  • A Polícia Civil conduz o inquérito e vai submeter o motorista a exames de alcoolemia e outros testes padrão em casos com vítimas fatais.
  • O km 17 fica em Osasco, um dos municípios com maior volume de acidentes registrados pela ARTESP na Grande São Paulo.
  • A SP-280 acumulou mais de 1.200 acidentes com vítimas em dados preliminares de 2025, segundo a concessão Eixo SP.

Três pessoas morreram carbonizadas após colisão traseira entre Renault Kwid e Honda Civic no km 17 da Castello Branco (SP-280), em Osasco, às 23h49 de domingo (5), confirmou o Portal CCM da ARTESP — agência reguladora das rodovias estaduais de São Paulo.

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O Corpo de Bombeiros foi acionado seis minutos após o impacto, às 23h55, e enviou três viaturas ao trecho. As três mortes foram constatadas no próprio local às 0h10 desta segunda-feira (6). O único sobrevivente — o condutor do Honda Civic — foi estabilizado e encaminhado a um hospital sob escolta policial às 1h30, conforme o registro da ARTESP.

A Polícia Civil assumiu a condução do caso. O motorista sobrevivente será submetido a exames e diligências padrão em acidentes com vítimas fatais, incluindo verificação de possível influência de álcool ou outras substâncias. Nenhum resultado havia sido divulgado até a publicação desta matéria. O inquérito não tem prazo de conclusão informado pelas autoridades.

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Trecho da Grande São Paulo com histórico de colisões graves

A Rodovia Castello Branco (SP-280) conecta a capital paulista ao interior do estado e registra tráfego intenso de veículos de passeio e de carga. O km 17, ponto do acidente, está no trecho metropolitano sob concessão da Eixo SP — dentro de Osasco, município com mais de 700 mil habitantes e um dos maiores volumes de acidentes da ARTESP na região.

Em 2025, a SP-280 contabilizou mais de 1.200 acidentes com vítimas em dados preliminares da concessão. Colisões traseiras em alta velocidade figuram entre as causas mais frequentes de sinistros graves no corredor viário. A gravidade das lesões desta madrugada — com incêndio pós-impacto e carbonização total das vítimas — é consistente com impactos de alta energia cinética.

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Causa do incêndio e dinâmica da batida dependem de laudo pericial

A causa técnica do incêndio que carbonizou as três vítimas ainda não foi determinada. O Instituto de Criminalística realizará perícia nos dois veículos para apurar se houve ruptura do tanque de combustível do Kwid — posicionado na parte traseira, região diretamente exposta em colisões por trás —, falha em sistemas elétricos ou combinação de fatores. A dinâmica exata — velocidades no momento do impacto, distância de segurança e ponto de toque — também aguarda conclusão pericial.

A identidade das três vítimas não foi divulgada pela Polícia Civil, pela ARTESP ou pelo Corpo de Bombeiros. A imprensa nacional noticiou a presença de uma criança entre os mortos; a informação não foi confirmada por nenhuma das autoridades até o fechamento desta edição.

Em junho, o PIRANOT apurou caso em que um motorista foi detido no estado após a morte de passageiro em acidente — precedente que ilustra o enquadramento penal possível ao condutor do Honda Civic, a depender das conclusões periciais e do inquérito.

Laudo, identidade das vítimas e bloqueio da via pendentes de publicação oficial

A Eixo SP e a ARTESP não detalharam, nas notas disponíveis no Portal CCM, se o km 17 foi interditado após o acidente nem por quanto tempo as faixas ficaram bloqueadas. O impacto operacional na rodovia ao longo da madrugada não foi informado pelas autoridades até a publicação desta matéria.

A Polícia Civil apura se o sistema de monitoramento da via registrou imagens que permitam reconstituir a cena. O resultado do exame de alcoolemia e de outros testes aplicados ao motorista sobrevivente não havia sido divulgado. A responsabilidade penal pelo acidente depende dos laudos do Instituto de Criminalística e do inquérito policial, sem prazo de conclusão definido pelas autoridades.


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