sexta-feira, julho 3
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Esporte

Gresini confirma Joan Mir com Ducati de fábrica na MotoGP de 2027

· 3 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Campeão de 2020 deixou a Honda após cobrar clareza sobre o projeto da marca para 2027.
  • Equipe renovou acordo com a Ducati Corse e seguirá com motos Desmosedici GP de especificação oficial.
  • Dani Holgado será o outro piloto da Gresini e chega como aposta promovida da Moto2.
  • Contratos não tiveram duração nem valores divulgados pela equipe italiana.
  • Mudança ocorre no primeiro ano do novo regulamento, que adotará motos de 850 cc.

A Gresini confirmou Joan Mir como piloto da equipe para a temporada 2027 da MotoGP. O espanhol, campeão mundial da categoria em 2020, correrá com uma Ducati Desmosedici GP com especificações de fábrica e terá Dani Holgado como companheiro de garagem.

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O anúncio reorganiza uma peça importante do grid justamente na entrada do novo regulamento técnico da MotoGP. A partir de 2027, a categoria adotará motos de 850 cc, mudança que pesa nas escolhas de pilotos e fabricantes por envolver um novo ciclo de desenvolvimento.

Mir chega à Gresini após encaminhar a saída da Honda, equipe que defendia desde 2023. A ruptura ganhou força em meio à cobrança do piloto por maior clareza sobre os planos da montadora japonesa para a próxima fase da categoria. Na Ducati, ele passa a integrar uma estrutura independente, mas ligada tecnicamente à fábrica que domina boa parte da era recente da MotoGP.

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Gresini mantém vínculo com a Ducati

A equipe também renovou o acordo com a Ducati Corse, o que garante a continuidade do fornecimento das motos italianas. O ponto mais relevante do pacote é o acesso de Mir a uma Desmosedici GP em configuração de fábrica, condição que costuma reduzir a distância técnica em relação às equipes oficiais.

Para a Gresini, a contratação combina experiência e aposta de futuro. Mir traz o peso de um título mundial e já passou por projetos de fábrica na Suzuki e na Honda. Holgado, por sua vez, chega como nome em ascensão vindo do caminho das categorias de base, com a missão de se adaptar à classe principal no início de uma era técnica diferente.

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A movimentação também marca uma resposta esportiva da Gresini para o novo regulamento. Em vez de esperar a transição das motos de 850 cc se consolidar, a equipe fecha sua dupla com antecedência e preserva a parceria com a Ducati, fabricante que continuará como referência técnica no grid.

O que muda para Mir em 2027

Mir deixa um projeto de reconstrução na Honda e passa a correr em uma moto que terá especificação de fábrica dentro da estrutura da Gresini. A mudança dá ao espanhol um novo ponto de partida depois de temporadas difíceis na montadora japonesa e o recoloca em um ambiente competitivo no início do ciclo técnico de 2027.

A Gresini ainda não divulgou a duração dos contratos de Mir e Holgado. O que está definido é a formação da dupla para 2027 e a continuidade do vínculo técnico com a Ducati Corse, dois elementos que colocam a equipe entre as primeiras a fechar sua estratégia para a próxima fase da MotoGP.


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