quinta-feira, julho 2
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Automóveis e Veículos

Drugovich renova com a Andretti e mantém Brasil no grid da Fórmula E até 2027

· 3 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • O piloto brasileiro Felipe Drugovich renovou seu contrato com a equipe Andretti Global para a temporada 2026/27 da Fórmula E.
  • Drugovich estreou na Fórmula E em 2023 com a própria Andretti, após conquistar o título da Fórmula 2 em 2022.
  • A Andretti não divulgou a duração exata do novo vínculo nem os valores envolvidos.
  • Presença brasileira na categoria elétrica A renovação mantém o Brasil no grid da Fórmula E, categoria que tem ganhado visibilidade no país.
  • Com a renovação, a equipe americana mantém um piloto experiente na categoria enquanto define o segundo assento para o próximo campeonato.

Felipe Drugovich renovou com a Andretti Global para a temporada 2026/27 da Fórmula E e seguirá como o principal nome brasileiro em tempo integral no grid da categoria elétrica. O acordo mantém o paranaense de 26 anos na equipe americana em um ciclo considerado sensível para as escuderias, marcado por ajustes técnicos e pela busca por mais eficiência nos carros.

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Campeão da Fórmula 2 em 2022, Drugovich chegou à Fórmula E depois de se consolidar como uma das apostas brasileiras para o automobilismo internacional. Na Andretti, ganhou espaço em uma categoria que exige adaptação rápida: as corridas combinam gestão de energia, estratégia de ataque e ritmo em circuitos de rua, onde pequenos erros costumam custar posições.

A renovação dá estabilidade ao projeto da Andretti antes da temporada 2026/27. A equipe tem tradição no automobilismo, mas tenta ampliar sua competitividade em um grid cada vez mais equilibrado. Manter Drugovich reduz uma variável importante: o time preserva um piloto já integrado ao ambiente técnico, ao simulador e à rotina de desenvolvimento do carro.

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Resultado na China fortalece permanência

O melhor cartão de visita recente do brasileiro veio na etapa da China, em maio, quando terminou em quinto lugar. O resultado reforçou a imagem de regularidade em uma temporada em que a Andretti buscou pontos no pelotão intermediário do campeonato de construtores.

Drugovich também mantém vínculo com a Aston Martin como piloto de desenvolvimento na Fórmula 1. A função ajuda a explicar seu valor de mercado: além da experiência em corrida, ele acumula trabalho de simulador e participação em programas técnicos de uma equipe de ponta do automobilismo mundial.

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Brasil ganha continuidade na Fórmula E

A permanência de Drugovich também tem peso simbólico para o Brasil. A Fórmula E tenta ampliar sua audiência no país, e a presença de um piloto nacional titular ajuda a aproximar a categoria de um público acostumado a acompanhar brasileiros em campeonatos de base e na Fórmula 1.

O acordo não teve valores divulgados. A duração foi apresentada para a temporada 2026/27, enquanto a Andretti ainda trabalha na definição completa de seu projeto esportivo para o novo campeonato. Com Drugovich confirmado, a equipe garante ao menos uma peça central para atravessar a próxima fase técnica da Fórmula E.


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