quinta-feira, junho 18
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Economia

Labubu chega oficialmente ao Brasil por R$ 299,99 em 20 lojas

· 4 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Falsificações já circulavam na 25 de Março com valores entre R$ 65 e R$ 250 antes do lançamento oficial.
  • Pop Mart faturou R$ 28 bilhões em 2025, crescimento de 184% em relação ao ano anterior.
  • Boneco viralizou após ser visto com Rihanna e aparecer na abertura da Copa do Mundo.
  • Criado em 2015 pelo artista de Hong Kong Kasing Lung, o boneco tem cerca de 40 cm de altura.

O Labubu, boneco colecionável que virou febre nas redes sociais e apareceu na cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026, chegou oficialmente ao Brasil nesta quinta-feira (18). A distribuição nacional começa pela Candide, com venda em 20 lojas de 11 estados e preço inicial de R$ 299,99.

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A estreia formal muda o cenário para consumidores que vinham encontrando o personagem sobretudo em importações, revendas e versões falsificadas. No mercado internacional, peças associadas à marca podem alcançar US$ 300, cerca de R$ 1.600 na conversão direta, dependendo do modelo e da demanda. Em São Paulo, cópias já circulavam em áreas de comércio popular, com valores entre R$ 65 e R$ 250.

O preço de entrada no Brasil, portanto, mira um público que acompanha a onda global do produto, mas enfrenta o risco de pagar caro por itens sem garantia de procedência. A venda oficial também tende a funcionar como referência para diferenciar os bonecos licenciados de imitações, um ponto sensível em produtos colecionáveis que ganham valor justamente pela autenticidade.

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Como começa a venda oficial no Brasil

A operação inicial ocorre em lojas físicas selecionadas. A Candide é a responsável pela distribuição dos produtos da Pop Mart no país, marca chinesa dona do Labubu e de outras linhas de bonecos colecionáveis. Para o consumidor, a recomendação prática é buscar canais autorizados da distribuidora e verificar embalagem, identificação do produto e origem antes da compra.

A lista completa de pontos de venda, cidades atendidas e modelos disponíveis ainda depende de comunicação da distribuidora aos consumidores. Também não há, por ora, uma confirmação ampla sobre venda online no lançamento. Na prática, a primeira leva deve ser disputada por colecionadores e por compradores atraídos pela exposição recente do personagem.

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Por que o Labubu virou fenômeno

Criado em 2015 pelo artista Kasing Lung, de Hong Kong, o Labubu tem aparência de monstrinho peludo, orelhas pontudas e sorriso irregular. O personagem ganhou escala comercial com a Pop Mart, empresa que transformou bonecos de design em objetos de desejo para colecionadores, impulsionados por edições limitadas, embalagens-surpresa e forte circulação em redes sociais.

A fama global cresceu com aparições em bolsas, vídeos de unboxing e publicações de celebridades. Rihanna e influenciadoras brasileiras ajudaram a espalhar a imagem do boneco como acessório de moda e símbolo de status. A presença de versões gigantes do personagem na abertura da Copa de 2026 ampliou a curiosidade do público fora do nicho de colecionadores.

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A Pop Mart entrou em 2025 em um novo patamar de faturamento. A companhia registrou receita de 37,12 bilhões de yuans, cerca de R$ 28 bilhões, crescimento de 184,7% em relação ao ano anterior. O desempenho ajuda a explicar por que a chegada oficial ao Brasil é tratada como aposta comercial: o país reúne mercado consumidor grande, cultura forte de produtos licenciados e alta circulação de tendências nas redes.

O que o consumidor deve observar

Com o preço oficial a partir de R$ 299,99, a principal diferença para o comprador está na garantia de procedência. Produtos originais costumam trazer identificação da marca, acabamento padronizado e embalagem compatível com a linha vendida. Já falsificações podem variar em tamanho, pintura, textura e qualidade dos materiais.

A chegada pela Candide estabelece o primeiro parâmetro nacional de preço e distribuição. A partir de agora, o mercado brasileiro passa a ter uma referência oficial para o Labubu, enquanto consumidores aguardam a ampliação dos pontos de venda e a definição sobre eventual oferta pela internet.