sexta-feira, 24 de julho de 2026
MERCADO
IBOVESPA 174.042 pts▼ 1,97%DOW JONES 51.947 pts▼ 0,52%NASDAQ 24.976 pts▼ 2,78%S&P 500 7.412 pts▼ 1,16%DÓLAR R$ 5,09▼ 0,36%EURO R$ 5,81▲ 0,12%BITCOIN R$ 326.712▼ 1,57%ETHEREUM R$ 9.476▼ 1,21%SELIC 14,25%CDI 14,15%IPCA 12M 4,64%
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Brasil

Ibovespa perde 1,52% com tarifaço dos EUA e risco fiscal no radar

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Dólar comercial teve leve baixa e fechou vendido a R$ 5,0809.
  • Índice acumula alta de 8,02% no ano e avanço de 1,17% no mês.
  • Pacote tarifário americano se soma a preocupações com cenário fiscal.
  • Mercado também acompanhou petróleo e peso de commodities no pregão.

O Ibovespa fechou em queda de 1,52%, aos 174.041,95 pontos, nesta sexta-feira (24), enquanto o dólar comercial recuou 0,06%, a R$ 5,0809, com as tarifas americanas no radar.

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Para o investidor, o fechamento mostrou dois movimentos distintos: a bolsa brasileira perdeu força no pregão, mas o câmbio registrou leve baixa. O principal índice da B3 movimentou R$ 16,54 bilhões e passou a acumular alta de 8,02% em 2026 e avanço de 1,17% no mês.

O pacote de tarifas dos Estados Unidos entrou na leitura do pregão, mas não explica sozinho a queda da bolsa. O dólar também fechou em baixa nesta sexta-feira (24), a R$ 5,0809 na venda, enquanto investidores repercutiam as medidas comerciais. Fernando Bresciani, analista de investimentos do Andbank, apontou a preocupação com o cenário fiscal como outro fator relevante para a desvalorização do índice.

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Tarifas, petróleo e risco fiscal pressionam o mercado

A sequência comercial começou em 2 de junho de 2026, quando os Estados Unidos propuseram retaliação comercial contra o Brasil. Nesta sexta-feira (24), o Ibovespa fechou em queda de 1,52% em meio ao novo tarifaço de 12,5%.

O movimento atingiu um mercado já sensível às commodities e às empresas de maior peso no índice. O petróleo Brent caiu 3,88%, a US$ 96,78, movimento que entrou na avaliação dos papéis ligados ao setor.

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Na B3, o Ibovespa encerrou aos 174.041,95 pontos, com R$ 16,54 bilhões em volume financeiro. Apesar da queda desta sexta-feira (24), o índice ainda acumula alta de 8,02% em 2026 e de 1,17% no mês.

O contraponto mostra que o mercado não operou apenas a notícia externa. As tarifas americanas pressionam as perspectivas para exportações brasileiras de commodities e manufaturados, enquanto a preocupação com o cenário fiscal doméstico também pesou na avaliação do pregão.

No fechamento desta sexta-feira (24), o quadro combinou Ibovespa em queda de 1,52%, dólar a R$ 5,0809 e Brent a US$ 96,78. Mesmo com o recuo diário, a bolsa preservou os ganhos acumulados no mês e em 2026.


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