O Ibovespa fechou em queda de 1,52%, aos 174.041,95 pontos, nesta sexta-feira (24), enquanto o dólar comercial recuou 0,06%, a R$ 5,0809, com as tarifas americanas no radar.
Para o investidor, o fechamento mostrou dois movimentos distintos: a bolsa brasileira perdeu força no pregão, mas o câmbio registrou leve baixa. O principal índice da B3 movimentou R$ 16,54 bilhões e passou a acumular alta de 8,02% em 2026 e avanço de 1,17% no mês.
O pacote de tarifas dos Estados Unidos entrou na leitura do pregão, mas não explica sozinho a queda da bolsa. O dólar também fechou em baixa nesta sexta-feira (24), a R$ 5,0809 na venda, enquanto investidores repercutiam as medidas comerciais. Fernando Bresciani, analista de investimentos do Andbank, apontou a preocupação com o cenário fiscal como outro fator relevante para a desvalorização do índice.
Tarifas, petróleo e risco fiscal pressionam o mercado
A sequência comercial começou em 2 de junho de 2026, quando os Estados Unidos propuseram retaliação comercial contra o Brasil. Nesta sexta-feira (24), o Ibovespa fechou em queda de 1,52% em meio ao novo tarifaço de 12,5%.
O movimento atingiu um mercado já sensível às commodities e às empresas de maior peso no índice. O petróleo Brent caiu 3,88%, a US$ 96,78, movimento que entrou na avaliação dos papéis ligados ao setor.
Na B3, o Ibovespa encerrou aos 174.041,95 pontos, com R$ 16,54 bilhões em volume financeiro. Apesar da queda desta sexta-feira (24), o índice ainda acumula alta de 8,02% em 2026 e de 1,17% no mês.
O contraponto mostra que o mercado não operou apenas a notícia externa. As tarifas americanas pressionam as perspectivas para exportações brasileiras de commodities e manufaturados, enquanto a preocupação com o cenário fiscal doméstico também pesou na avaliação do pregão.
No fechamento desta sexta-feira (24), o quadro combinou Ibovespa em queda de 1,52%, dólar a R$ 5,0809 e Brent a US$ 96,78. Mesmo com o recuo diário, a bolsa preservou os ganhos acumulados no mês e em 2026.












