Segundo o boletim de ocorrência, obtido pela TV Tribuna, afiliada da Globo, o menino deu entrada na unidade sem sinais vitais, mas a morte foi constatada após tentativas de reanimação. A Polícia Militar (PM) foi acionada por funcionários da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), que relataram a entrada da criança com sinais de violência, como cortes nos pulsos, arranhões e queimaduras, supostamente provocadas por bitucas de cigarro.
Ainda de acordo com o documento, o menino foi levado à unidade pela mãe. Ela disse que estava sozinha com o bebê em casa e que, por volta das 18h, dormiu após trocar as fraldas e dar mingau à criança.
Também relatou que, ao acordar, percebeu que o bebê estava sem reação. Disse que pegou o filho e correu para a rua, onde foi ajudada por um motociclista, que a levou até a unidade de saúde. O pai da criança foi acionado para ir ao local. Após a confirmação da morte, os dois foram levados à delegacia.
Além dos pais, um homem de 52 anos prestou depoimento. Ele foi identificado como responsável pelo imóvel onde a mãe mora e afirmou que a ajuda financeiramente, já que ela não tem parentes na cidade. A mãe negou as agressões, e disse que uma das marcas na criança teve origem de um acidente doméstico.
Exames periciais foram solicitados, como necroscópicos, DNA e de sinais de violência. Os pais não foram presos diante da falta de provas até o momento.
O caso está sendo investigado.











