segunda-feira, 27 de julho de 2026
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Esporte

Maldini e Leonardo deixam federação italiana após veto a Pirlo

· 3 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Maldini era diretor técnico, e Leonardo atuava como consultor na estrutura da entidade.
  • A dupla havia assumido funções em 11 de julho e saiu em 27 de julho.
  • A federação não divulgou justificativa formal nem critérios para barrar Pirlo.
  • A indefinição ocorre após novo ciclo de pressão sobre a seleção italiana.

Paolo Maldini e Leonardo deixaram a Federação Italiana de Futebol nesta segunda-feira (27), na Itália, após o veto do presidente Giovanni Malagò à contratação de Andrea Pirlo.

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A saída foi reportada pela imprensa em versões convergentes de R7/Lance, Torcedores e O Dia, que relacionaram as renúncias ao veto de Malagò ao nome de Pirlo para comandar a seleção. Maldini havia assumido como diretor técnico; Leonardo integrava a estrutura como consultor.

O dado central da crise é o intervalo curto entre entrada e saída: os dois assumiram em 11 de julho e deixaram os cargos em 27 de julho. A contagem varia entre 14 e 16 dias nas publicações, diferença ligada ao marco usado para medir posse, anúncio e início prático das funções.

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O contraponto institucional é que a Federação Italiana de Futebol não publicou, no material disponível, um comunicado com a justificativa formal das saídas ou os critérios usados no veto a Pirlo. Sem esse ato, a crise fica ancorada nas renúncias, no veto atribuído a Malagò e no efeito imediato sobre a definição do treinador.

Da posse em 11 de julho à saída em 27 de julho

A sequência começou em 11 de julho de 2026, quando Maldini e Leonardo assumiram cargos diretivos na federação. Naquele dia, o PIRANOT registrou que a Itália havia entregue à dupla a missão de reorganizar a seleção após novo fracasso no ciclo mundial, em matéria sobre a chegada de Maldini e Leonardo.

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A pressão esportiva vem do histórico recente da seleção italiana. A equipe ficou fora das Copas do Mundo de 2018, 2022 e 2026, três edições consecutivas sem participação. A última presença foi em 2014, no Brasil. Em 2026, o PIRANOT também mostrou como a ausência da Itália na Copa deslocou parte da torcida italiana para o Brasil, em reportagem sobre torcedores italianos.

Esse contexto explica por que a saída de dois ex-dirigentes recém-nomeados pesa além da troca administrativa. A instabilidade política na federação atrasa a definição do novo treinador e interfere no ciclo de reconstrução da seleção, ainda sem nome oficial para conduzir a próxima etapa.

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Definição do treinador depende de ato oficial da federação

O encaminhamento confirmado é a saída de Maldini e Leonardo da estrutura da Federação Italiana de Futebol. O motivo reportado é o veto de Giovanni Malagò à contratação de Andrea Pirlo, ex-jogador citado como opção para assumir o comando da seleção italiana.

Os próximos passos dependem de publicação oficial da federação sobre três pontos: quem assume as funções deixadas por Maldini e Leonardo, qual será o critério para escolher o treinador e se Pirlo seguirá fora do plano. Não há prazo divulgado para esse anúncio.

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A lacuna mais relevante para a seleção é prática: sem comunicado da federação e sem treinador oficial anunciado, o planejamento esportivo permanece ligado à crise aberta nesta segunda-feira (27). A federação ainda precisa transformar a saída dos dirigentes em uma nova cadeia de comando.


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