O Consulado-Geral do Brasil em Nova York fechou nesta terça-feira (7) depois que autoridades locais identificaram risco de desabamento em um prédio vizinho em reforma, na região da Rua 42, em Manhattan. O posto brasileiro foi evacuado por prevenção, e o atendimento presencial ficou suspenso.
A falha estrutural foi apontada no edifício ao lado do consulado, não no imóvel ocupado pela representação brasileira. O problema envolve o 21º e o 22º pavimentos de um arranha-céu de 37 andares que passa por obras, o que levou equipes de segurança a isolar a área próxima.
Os bombeiros de Nova York foram acionados por volta das 8h para verificar a ocorrência. A interdição atingiu uma área de grande circulação de Manhattan e obrigou a retirada preventiva de pessoas que trabalhavam ou passavam pelo entorno do prédio em reforma.
Atendimento presencial fica suspenso
O Ministério das Relações Exteriores e o Consulado-Geral do Brasil em Nova York informaram a suspensão temporária dos serviços presenciais. A medida afeta brasileiros que dependem do posto para passaportes, documentos, vistos, atos de registro civil e assistência consular na costa leste dos Estados Unidos.
O consulado em Nova York atende uma das maiores comunidades brasileiras fora do país e também recebe turistas e pessoas em trânsito pelos Estados Unidos. Por isso, a interrupção atinge tanto quem tinha horário marcado quanto quem buscaria orientação presencial em situação urgente.
A reabertura depende da liberação do entorno pelas autoridades de Nova York e da avaliação técnica sobre a estabilidade do prédio vizinho. O Itamaraty não informou prazo para retomada do atendimento presencial nem detalhou, no comunicado, como serão reorganizados os serviços afetados pela interdição.
Problema está no prédio ao lado
A principal informação para os brasileiros que usam o serviço consular é que o fechamento decorre da proximidade com o edifício em obras. Não há indicação de dano estrutural no prédio do Consulado-Geral do Brasil.
Enquanto a interdição continuar, a orientação prática para quem tinha atendimento presencial é acompanhar os canais oficiais do consulado e do Ministério das Relações Exteriores. A retomada dos serviços depende da liberação da área e da definição de remarcações ou alternativas para os usuários afetados.











