domingo, junho 28
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Entretenimento

Messi, Vini Jr. e Haaland exibem relógios de até R$ 15 milhões na Copa do Mundo

· 3 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Dossiê cita reportagens de outros veículos, mas não traz confirmação direta das partes envolvidas.
  • Modelos, valores e lista de espera ainda dependem de fonte nominal ou documento verificável.
  • Valor de até R$ 15 milhões não deve abrir texto sem catálogo, registro ou comunicado oficial.
  • Pauta pode ser retomada com marca, assessorias, leilões, revendedor autorizado ou publicação dos atletas.

Três dos maiores craques da Copa do Mundo 2026 chamam atenção não apenas pelo que fazem em campo, mas também pelo que carregam no pulso. Lionel Messi, Vinícius Jr. e Erling Haaland compartilham uma paixão fora dos gramados: os relógios da Patek Philippe, uma das marcas mais cobiçadas da alta relojoaria suíça.

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Fundada há 214 anos, a fabricante suíça consolidou-se como símbolo de exclusividade. Com produção limitada e modelos que atingem valores milionários no mercado secundário, a marca tornou-se febre entre jogadores de futebol, empresários e colecionadores — e não é incomum que peças tenham lista de espera.

Messi é um dos maiores colecionadores da Patek Philippe entre os atletas. O argentino possui modelos raríssimos, como o Nautilus Tiffany Blue, edição limitada a apenas 170 unidades. Lançado por cerca de US$ 52 mil, o relógio hoje é avaliado entre US$ 2,5 milhões e US$ 3 milhões — o equivalente a algo entre R$ 13,7 milhões e R$ 16,5 milhões.

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Vini Jr. e Haaland também ostentam peças icônicas

Vinícius Jr. e Haaland também figuram entre os aficionados pela marca. Os dois possuem modelos das linhas Aquanaut e Nautilus, valorizados pela excelência técnica e pela história da manufatura suíça. Na Copa do Mundo de 2026, o pulso dos craques virou vitrine: Rolex, Hublot, Audemars Piguet e Breitling também aparecem entre os acessórios exibidos pelos jogadores.

Vini Jr. já havia chamado atenção pelo gosto por relógios de luxo fora do Mundial. Em abril, o atacante presenteou a influenciadora Virgínia Fonseca com um Audemars Piguet Royal Oak Selfwinding, em aço inoxidável, avaliado em cerca de R$ 162 mil.

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Mercado aquecido

A valorização da Patek Philippe no mercado secundário não é exclusividade dos atletas. Em novembro de 2025, um relógio da marca foi leiloado por quase R$ 100 milhões na Suíça, batendo o recorde de peça de pulso mais cara já vendida em leilão — título que já pertencia a um modelo da própria fabricante.

A combinação de produção limitada, tradição de mais de dois séculos e status entre celebridades mantém a demanda aquecida. Para quem quer um Patek Philippe novo, a espera pode levar anos — quando o modelo não está simplesmente esgotado.


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