Três dos maiores craques da Copa do Mundo 2026 chamam atenção não apenas pelo que fazem em campo, mas também pelo que carregam no pulso. Lionel Messi, Vinícius Jr. e Erling Haaland compartilham uma paixão fora dos gramados: os relógios da Patek Philippe, uma das marcas mais cobiçadas da alta relojoaria suíça.
Fundada há 214 anos, a fabricante suíça consolidou-se como símbolo de exclusividade. Com produção limitada e modelos que atingem valores milionários no mercado secundário, a marca tornou-se febre entre jogadores de futebol, empresários e colecionadores — e não é incomum que peças tenham lista de espera.
Messi é um dos maiores colecionadores da Patek Philippe entre os atletas. O argentino possui modelos raríssimos, como o Nautilus Tiffany Blue, edição limitada a apenas 170 unidades. Lançado por cerca de US$ 52 mil, o relógio hoje é avaliado entre US$ 2,5 milhões e US$ 3 milhões — o equivalente a algo entre R$ 13,7 milhões e R$ 16,5 milhões.
Vini Jr. e Haaland também ostentam peças icônicas
Vinícius Jr. e Haaland também figuram entre os aficionados pela marca. Os dois possuem modelos das linhas Aquanaut e Nautilus, valorizados pela excelência técnica e pela história da manufatura suíça. Na Copa do Mundo de 2026, o pulso dos craques virou vitrine: Rolex, Hublot, Audemars Piguet e Breitling também aparecem entre os acessórios exibidos pelos jogadores.
Vini Jr. já havia chamado atenção pelo gosto por relógios de luxo fora do Mundial. Em abril, o atacante presenteou a influenciadora Virgínia Fonseca com um Audemars Piguet Royal Oak Selfwinding, em aço inoxidável, avaliado em cerca de R$ 162 mil.
Mercado aquecido
A valorização da Patek Philippe no mercado secundário não é exclusividade dos atletas. Em novembro de 2025, um relógio da marca foi leiloado por quase R$ 100 milhões na Suíça, batendo o recorde de peça de pulso mais cara já vendida em leilão — título que já pertencia a um modelo da própria fabricante.
A combinação de produção limitada, tradição de mais de dois séculos e status entre celebridades mantém a demanda aquecida. Para quem quer um Patek Philippe novo, a espera pode levar anos — quando o modelo não está simplesmente esgotado.










