quinta-feira, junho 18
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Entretenimento

Justiça prende instrutores após jovem morrer em salto sem corda em Limeira

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Maria Eduarda foi arremessada de plataforma de 40 metros sem cordas de segurança.
  • Juiz citou negligência grosseira e tentativa de fuga para decretar prisão preventiva.
  • Instrutores foram transferidos para Centro de Detenção em Guarulhos por questões administrativas.
  • Ex-patrão afirmou que instrutor principal resistia a protocolos de segurança.
  • Salto custava R$ 180 e era oferecido em ponte turística entre Limeira e Cordeirópolis.

A Justiça decretou a prisão preventiva de três instrutores após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, lançada sem corda durante uma prática de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo.

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O acidente ocorreu na sexta-feira (13), em uma estrutura conhecida na região entre Limeira e Cordeirópolis. Maria Eduarda participava da modalidade chamada “aviãozinho”, em que a pessoa é arremessada da ponte presa a cordas elásticas. Ela caiu sem o equipamento de segurança conectado.

Na decisão que mandou prender os instrutores, o juiz citou indícios de “negligência grosseira” e apontou que os responsáveis pela atividade teriam tentado fugir e trocado de roupa depois da queda. Entre os presos está Luís Felipe Feliciano Egoroff, 32 anos, apontado como um dos principais instrutores envolvidos na operação do salto.

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Relato anterior menciona protocolos de segurança

Após a prisão, um ex-chefe de Egoroff afirmou, em entrevista a um portal de entretenimento, que o instrutor já teria demonstrado resistência a seguir protocolos de segurança em atividades do tipo. A declaração não foi feita por uma autoridade pública e não substitui os elementos formais do processo, mas passou a compor a repercussão do caso.

Também voltou a circular um vídeo publicado em 2022 em que Egoroff aparece jogando um saco de uma ponte. A gravação é anterior ao acidente e não tem relação direta com a morte de Maria Eduarda.

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Caso ganha repercussão fora do Brasil

A morte da jovem teve repercussão internacional e foi tratada pela imprensa estrangeira como um “erro mortal”. No Brasil, o episódio ampliou a pressão por fiscalização mais rígida em atividades de aventura operadas em áreas abertas ao público, especialmente quando envolvem salto, altura e equipamentos de retenção.

Os três instrutores seguem presos preventivamente enquanto a investigação apura a cadeia de responsabilidades pelo salto. A decisão judicial mantém o foco na conduta dos responsáveis pela atividade e na falha que permitiu que a jovem fosse lançada sem a corda presa ao corpo.