segunda-feira, junho 8
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Arte e Cultura

Cannes premia coprodução brasileira e não põe o Brasil na Palma de Ouro

Cannes 2026 encerrada com Fjord como vencedor da Palma de Ouro e Carolina Maria de Jesus reconhecido em coprodução, enquanto nenhum filme brasileiro entrou na competição principal.

· 1 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • A relação de vencedores de Cannes 2026 registra Fjord , do romeno Cristian Mungiu, como vencedor da Palma de Ouro, e Minotaur , do russo Andrey Zvyagintsev, com o Grand Prix.
  • Brasil aparece por coprodução, não pela Palma de Ouro A Globo Filmes informou que Carolina Maria de Jesus , coprodução com participação da empresa, foi premiado no festival.
  • O Festival de Cannes 2026 encerra a 79ª edição, em 23 de maio, com prêmio para a coprodução brasileira Carolina Maria de Jesus , embora o Brasil não tenha disputado a Palma de Ouro.
  • O Brasil também apareceu na programação por meio de La Perra , com Selton Mello, citado entre os filmes exibidos em Cannes.
  • Em 2025, O Agente Secreto teve passagem bem-sucedida no festival; em 2026, o ponto verificável é a ausência de filmes 100% brasileiros na disputa principal.

O Festival de Cannes 2026, realizado de 12 a 23 de maio, terminou com uma leitura clara do cenário brasileiro: houve reconhecimento internacional, mas não com um filme brasileiro na disputa principal da Palma de Ouro.

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No encerramento da 79ª edição, a Palma de Ouro ficou com Fjord, de Cristian Mungiu, e o júri liderado por Park Chan-wook concedeu o Grand Prix a Minotaur, de Andrey Zvyagintsev.

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A seleção oficial da competição principal, divulgada em abril, não trouxe longas brasileiros. A presença nacional veio por outra trilha: coproduções, participação de empresas e de talentos brasileiros em outros espaços do festival.

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Segundo a Globo Filmes, a produção Carolina Maria de Jesus, com participação brasileira, foi premiada em Cannes como coprodução. O caso resume uma distinção fundamental: o selo internacional de prêmio não equivale, sozinho, a disputa do principal competitivo.

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Na prática, o recado do resultado é direto para o setor: coproduções seguem relevantes para projeção global, enquanto a meta de acesso ao núcleo da competição ainda depende de títulos brasileiros inteiros na seleção principal.