Um caminhoneiro de 58 anos foi preso em flagrante no sábado (25), em Caçapava (SP), com mais de 600 kg de maconha escondidos em uma carga de móveis na Rodovia Presidente Dutra.
A ocorrência importa pelo volume apreendido e pela forma de ocultação: 528 tabletes foram localizados dentro do caminhão, em um corredor rodoviário usado para transporte de mercadorias entre São Paulo e Rio de Janeiro.
A Polícia Civil conduziu a prisão e a apreensão, conforme os registros disponíveis sobre a ocorrência.
O motorista recebeu voz de prisão em flagrante por tráfico de drogas e associação ao tráfico depois de não apresentar justificativa legal para o carregamento ilícito, conforme os registros disponíveis sobre a ocorrência. A defesa do suspeito não foi localizada até a publicação.
Apreensão na Dutra envolve 528 tabletes e frete de R$ 8.500
A abordagem ocorreu por volta de 14h de sábado (25), em um posto de combustíveis às margens da Rodovia Presidente Dutra, em Caçapava (SP). No caminhão, a droga estava camuflada entre móveis, conforme os relatos sobre a ocorrência policial.
Os dados centrais do caso são mais de 600 kg de maconha e 528 tabletes apreendidos. Também constam nos registros citados que o frete prometido seria de R$ 8.500, dos quais R$ 4.000 teriam sido pagos.
A Rodovia Presidente Dutra, trecho da BR-116, liga São Paulo ao Rio de Janeiro e é um corredor logístico relevante para circulação de cargas. Esse papel também explica o monitoramento policial contra transporte interestadual de entorpecentes em cargas camufladas.
O PIRANOT acompanha investigações policiais em diferentes frentes. Em 2026, o portal mostrou que a Polícia Civil revelou elo de doleiro sancionado pelos EUA com PCC e Banco Master, caso que também tratou de apuração sobre crime organizado.
Rota, contratante e destinatário seguem sob investigação
A hipótese oficial relatada na ocorrência é de transporte de droga em carga de móveis. A investigação ainda precisa esclarecer como a carga foi montada, quem contratou o frete e quem receberia o carregamento.
As fontes disponíveis não detalham a identidade do contratante do frete no Paraná nem o destinatário em Taubaté. Também permanece em aberto a identificação do proprietário do barracão em Maringá citado na apuração.
O caso deve ser tratado como investigação em andamento. A prisão em flagrante não equivale a condenação, e não há conclusão pública de inquérito que permita afirmar que o motorista soubesse previamente da droga antes da apuração policial.
Flagrante abre etapa de formalização do caso
Os encaminhamentos confirmados até agora são a prisão em flagrante do caminhoneiro de 58 anos e a apreensão dos mais de 600 kg de maconha. A situação jurídica posterior do motorista depende de publicação oficial ou manifestação da autoridade competente.
Também dependem de confirmação oficial os próximos atos da investigação, a eventual identificação de outros envolvidos e a destinação pericial da droga apreendida. Sem esses documentos, o caso permanece restrito ao flagrante e às diligências policiais.












