quinta-feira, julho 9
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Mundo

Incêndio em fábrica de calçados na China mata 28 em polo industrial

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Fogo começou por volta das 8h no horário local, segundo a agência estatal Xinhua
  • Autoridades chinesas confirmaram 28 mortes, sem detalhar a identidade das vítimas
  • A causa do incêndio ainda não havia sido informada até a última atualização
  • Jinjiang fica em Fujian e é um dos principais polos calçadistas da região
  • Xi Jinping cobrou apuração do caso e medidas para reduzir riscos industriais

Um incêndio na fábrica de calçados Huiteng matou 28 pessoas em Jinjiang, um dos principais polos industriais do setor na província de Fujian, no sudeste da China, informaram autoridades chinesas.

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O fogo começou por volta das 8h, no horário local, e atingiu a unidade em uma cidade conhecida pela concentração de fabricantes de calçados. O balanço divulgado pelas autoridades chinesas confirma 28 mortes.

A tragédia mobilizou o governo central. O presidente Xi Jinping pediu uma investigação sobre as causas do incêndio e determinou medidas para reforçar o controle de riscos industriais, em uma resposta que indica preocupação com a segurança em ambientes de produção.

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Fogo atinge região central para a indústria de calçados

Jinjiang fica em Fujian, região costeira do sudeste chinês, e é associada à produção em larga escala de calçados. A presença de fábricas e cadeias de fornecedores torna acidentes em unidades industriais especialmente sensíveis, tanto pelo número de trabalhadores envolvidos quanto pelo impacto sobre a fiscalização de segurança.

As autoridades não detalharam a causa do incêndio nem divulgaram a identidade das vítimas. Também não informaram, na atualização mais recente, quais eram as condições de evacuação no momento em que as chamas atingiram a fábrica.

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Acidentes industriais graves já levaram a China a ampliar campanhas de inspeção e cobrança sobre governos locais e empresas. No caso da Huiteng, a ordem de Xi coloca a investigação sob pressão política direta: será preciso explicar como o fogo começou, por que o número de mortos chegou a 28 e se houve falhas na prevenção ou na resposta de emergência.

O próximo passo anunciado é a investigação conduzida pelas autoridades chinesas. Por ora, o balanço oficial permanece em 28 mortos, com a fábrica Huiteng identificada como o local do incêndio em Jinjiang.


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