segunda-feira, julho 6
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Polícia

Governo de SP põe R$ 50 mil na busca por suspeito de atacar tenente da Rota

· 3 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Suspeito é procurado por ataque ocorrido em 27 de junho, em São Caetano do Sul
  • Oficial da Rota foi baleado na cabeça e integra tropa de elite da PM paulista
  • Secretaria da Segurança Pública anunciou a oferta no domingo pelo programa estadual
  • Denúncias devem ser feitas pelo telefone 181 e precisam ajudar na prisão
  • Motivação do ataque segue sob investigação, e suspeita não equivale a condenação

O governo de São Paulo oferece R$ 50 mil por informações que levem à localização e prisão de Hércules da Costa Siqueira, suspeito de atirar contra o tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos. O ataque ocorreu em 27 de junho, em São Caetano do Sul, no ABC paulista.

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A recompensa foi anunciada pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo e representa o valor máximo previsto no programa estadual de pagamento por denúncias que ajudem na captura de foragidos. O canal indicado para repassar informações é o Disque-Denúncia, pelo número 181.

Hércules, de 45 anos, também identificado como Golias, é apontado como o principal suspeito do disparo. Ele não foi localizado até agora. A condição de suspeito não equivale a condenação, e a responsabilidade criminal depende de investigação e decisão da Justiça.

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Tenente foi baleado na cabeça no ABC

Ronickson Pimentel dos Santos, de 39 anos, integra as Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, a Rota, tropa de elite da Polícia Militar paulista. Ele foi baleado na cabeça em São Caetano do Sul e passou por cirurgia de emergência para retirada de projétil.

Depois do atendimento inicial, o oficial foi levado ao Hospital Mário Covas. Boletim médico divulgado em 2 de julho apontou melhora clínica e possibilidade de redução da sedação, mas o quadro ainda era tratado como grave nos dias seguintes ao ataque.

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O caso ganhou prioridade dentro da segurança pública paulista por envolver um oficial da Rota, unidade empregada em operações de alto risco e uma das corporações mais conhecidas da Polícia Militar de São Paulo.

Recompensa usa teto de programa estadual

O programa de recompensas do governo paulista foi instituído em 2010 e autoriza pagamentos de até R$ 50 mil por informações úteis à prisão de foragidos. No caso de Hércules da Costa Siqueira, o Estado decidiu usar o teto permitido.

Na prática, o pagamento não é automático. A denúncia precisa contribuir efetivamente para a localização e prisão do suspeito. As informações recebidas pelo 181 passam por checagem das autoridades responsáveis antes de qualquer liberação de valor.

A medida aumenta a pressão sobre a busca por Hércules e tenta ampliar a entrada de pistas sobre seu paradeiro. Enquanto o suspeito não é preso, a investigação concentra esforços em localizá-lo e esclarecer a dinâmica e a motivação do ataque contra o tenente.


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