Shakira abriu nesta quinta-feira (11) a Copa do Mundo de 2026 com apresentação na cerimônia realizada no Estádio Azteca, na Cidade do México, antes da partida entre México e África do Sul.
A cantora colombiana foi o principal nome do espetáculo de abertura e voltou a ocupar um lugar simbólico na trilha sonora dos Mundiais. A artista carrega uma ligação direta com a Copa desde “Waka Waka”, canção associada à edição de 2010, também marcada pela África do Sul.
A cerimônia reuniu ainda nomes da música latina e internacional, com participações registradas de Burna Boy, Belinda, J Balvin e Maná. O formato apostou em uma combinação de pop global, referências mexicanas e repertório pensado para a transmissão mundial do evento.
Azteca recebe a primeira Copa em três países
A abertura no Azteca marcou o início da primeira Copa do Mundo sediada por três países: México, Estados Unidos e Canadá. O estádio mexicano, um dos palcos mais tradicionais da história do futebol, recebeu a festa antes do jogo inaugural da seleção da casa.
O México x África do Sul deu à cerimônia um elo imediato com a memória recente das Copas. A presença de Shakira reforçou essa conexão: a cantora ficou mundialmente associada ao torneio de 2010, disputado em território sul-africano, e voltou ao centro da abertura em 2026.
Show mira audiência global da Copa
Em eventos desse porte, a abertura funciona como cartão de visitas do Mundial. Mais do que anteceder a bola rolando, o espetáculo define o tom cultural da competição, reúne artistas de diferentes mercados e tenta falar ao público que acompanha a Copa também pelo entretenimento.
Trechos da apresentação circularam nas coberturas ao vivo e em registros da cerimônia. A exibição integral e o reaproveitamento de vídeos dependem dos direitos da transmissão oficial, mas o ponto central da abertura já está definido: Shakira comandou a festa no Azteca, em uma noite que colocou música latina, pop internacional e futebol no mesmo palco.











