Com o lema “A rua convoca, a urna confirma”, a 30ª Parada LGBT+ de São Paulo registrou no domingo (7) pico estimado de 36,8 mil pessoas na Avenida Paulista, segundo a Cebrap-USP e o More in Common. O estudo indica margem de erro de 12% e aponta 14h37 como o horário de maior concentração.
Nos últimos dois anos, o pico ficou abaixo dos 73,6 mil de 2024 e dos 48,7 mil de 2025. A queda chega perto de 50% em dois anos. Como se trata de estimativa e não de contagem nominal, o número é indicador de tendência, não de total absoluto.
Desde 1997, a Parada chega a 30 edições somando rua, cultura e pauta política em ano de eleição nacional, com shows e atos de mobilização distribuídos pela Avenida Paulista.
Menos patrocinadores, menos receita
A Associação da Parada do Orgulho LGBT informou que os patrocinadores oficiais caíram de 12 em 2025 para 3 em 2026. A entidade também apontou redução de cerca de 60% na receita da edição, sem divulgar os valores consolidados.
Na prática, a combinação de público menor e menor fôlego financeiro reduz a margem de investimento da entidade para sustentar estrutura, programação e projeção da festa no próximo ciclo.











