sexta-feira, junho 5
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Polícia

Polícia de SC prende mulher de 37 por fingir ser menina de 12

Investigada por estelionato e falsa identidade, a polícia mira golpes com identidade falsa e acolhimento fraudulento.

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT e Júnior Cardoso

Pontos-chave

  • Amanda Maria Souza de Oliveira teria vivido 14 meses com uma família em Joinville.
  • Ela usava nomes falsos e alegava ser adolescente em situação de vulnerabilidade.
  • A suspeita dizia ter fugido de uma rede de prostituição no Rio de Janeiro.
  • A polícia apura estelionato e falsa identidade; não há condenação informada.

Polícia Civil de Santa Catarina prendeu, nesta semana, em Pirabeiraba, Joinville, a mulher de 37 anos Amanda Maria Souza de Oliveira. Segundo os registros policiais, ela teria vivido cerca de 14 meses com uma família dizendo ser adolescente de 12 anos, usando identidade falsa.

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A investigação aponta que Amanda teria adotado outros nomes e narrativas de vulnerabilidade para se aproximar de pessoas por meio de redes sociais, buscando acolhimento e apoio financeiro. A versão de que fugira de uma rede de exploração sexual no Rio de Janeiro entra no relato dela e ainda é tratada com cautela, pois ainda não está confirmada nos autos.

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Ela responde por estelionato e falsa identidade. A tipificação é usada quando há fraude para obtenção de vantagem patrimonial, e o inquérito busca verificar se houve apropriação de confiança para garantir moradia, recursos e suporte material mediante a falsa condição de menor de idade.

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Histórico e possível alcance

Há referência de prisão anterior em Nova Iguaçu, em 2023, por esquema semelhante. O caso também registra passagem por Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, o que levou à checagem de novos contatos e possíveis vítimas em outros estados.

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Próximos passos

Até o momento, não há comunicado oficial confirmando articulação de rede criminosa estruturada ou fato isolado. O avanço do caso depende da instrução do inquérito, com oitiva de pessoas que tiveram contato com a investigada e decisão judicial sobre eventual medida cautelar. Para famílias e usuários de redes sociais, o episódio reforça a importância de checar identidade e documentação antes de qualquer acolhimento.


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