quinta-feira, junho 4
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Automóveis e Veículos

McLaren leva pintura especial a Mônaco para marcar 1000º GP

· 3 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Bruce McLaren estreou a equipe na F1 no GP de Mônaco de 1966.
  • A escuderia trata a prova de 2026 como sua corrida de número 1000.
  • Levantamentos externos divergem por critérios como GPs sem largada.
  • O histórico inclui 203 vitórias, mais de 561 pódios e 23 títulos na F1.
  • A Ferrari alcançou o marco de 1000 GPs no GP da Toscana de 2020.

A McLaren correrá o GP de Mônaco deste domingo (7) com a pintura especial “A McLaren Nunca Desiste”, escolhida para marcar o que a equipe trata como seu 1000º Grande Prêmio na Fórmula 1. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (4).

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A escolha do circuito do Principado dá peso simbólico ao marco: foi em Mônaco que Bruce McLaren estreou a equipe na categoria, em 14 de maio de 1966. Seis décadas depois, o retorno ao mesmo traçado costura a celebração em torno de continuidade histórica, e não apenas de uma livrea comemorativa.

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De 1966 a 2026: o fio que liga Bruce McLaren ao milésimo GP

Fundada por Bruce McLaren em 1963, a equipe entrou na Fórmula 1 três anos depois e construiu um dos acervos mais robustos da categoria: 203 vitórias, mais de 561 pódios, 13 títulos de pilotos e 10 de construtores. No grid atual, Lando Norris e Oscar Piastri formam a dupla que levará à pista o carro com a pintura comemorativa.

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O histórico também registra quatro GPs em que o time não largou — detalhe que ajuda a explicar por que diferentes critérios podem produzir contagens distintas para o mesmo período.

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Por que a contagem do 1000º GP não é consensual

A McLaren trata Mônaco como a corrida de número 1000, mas a metodologia completa por trás desse número ainda não foi detalhada de forma pública pela equipe. Levantamentos históricos sobre a Fórmula 1 divergem ao incluir ou descartar GPs em que pilotos da equipe se inscreveram, mas não largaram — variação suficiente para colocar a marca em xeque.

O parâmetro recente é a Ferrari, que alcançou os 1000 GPs no GP da Toscana, em 2020, sob critério próprio. A comparação dimensiona a raridade do feito sem transformar a contagem da McLaren em número incontestável.

O que ainda falta para fechar a celebração

Restam dois pontos em aberto até a largada de domingo. O primeiro é a publicação, pela própria equipe, do critério usado para chegar ao número 1000 — único caminho para encerrar a divergência com levantamentos externos. O segundo é o detalhamento dos elementos visuais embutidos na pintura, que a McLaren apresentou como conceito, mas ainda não destrinchou item a item.

Até lá, o que está confirmado é o carro na pista no domingo, com Norris e Piastri, vestindo a livrea “A McLaren Nunca Desiste” no mesmo circuito em que a equipe começou sua história na Fórmula 1.