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Produção do Prime Video aposta em ator brasileiro e lançamento em lote para reverter audiência da 1ª temporada

Série de US$ 300 milhões, Citadel aposta em Gabriel Leone como vilão para emplacar 2ª temporada

Produção do Prime Video aposta em ator brasileiro e lançamento em lote para reverter audiência da 1ª temporada

· 4 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Segunda temporada de 'Citadel' estreou em 6 de maio de 2026 no Prime Video com orçamento de US$ 300 milhões.
  • Gabriel Leone interpreta Paulo Braga, um bilionário brasileiro vilão ligado à organização Mantícora.
  • Primeira temporada custou entre US$ 200 e US$ 250 milhões e não figurou entre as mais vistas nos EUA, segundo a Nielsen.
  • Nova temporada adota formato binge e já supera 'Invencível' em popularidade na plataforma.
  • Escalação de Leone reforça tendência de atores brasileiros em grandes produções de streaming.

A segunda temporada de ‘Citadel’, uma das séries mais caras da história do streaming, estreou no Amazon Prime Video em 6 de maio de 2026, trazendo o ator brasileiro Gabriel Leone como o vilão Paulo Braga. A produção, com orçamento estimado em US$ 300 milhões, tenta reverter o desempenho morno da primeira temporada, que custou entre US$ 200 milhões e US$ 250 milhões e não figurou entre as mais vistas nos Estados Unidos, segundo dados da Nielsen. A nova leva de episódios adota o formato de lançamento em lote, permitindo maratonas, e já supera ‘Invencível’ em popularidade na plataforma, conforme métricas do próprio Prime Video.

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A franquia ‘Citadel’ nasceu de uma ambiciosa aposta da Amazon Studios, sob o comando dos Irmãos Russo, conhecidos por ‘Vingadores: Ultimato’. A primeira temporada, lançada em 2023, foi criticada pelo alto custo e baixa repercussão. O Observatório do Cinema destacou que a série “não alcançou ‘mais vistas’ nos EUA” e que seu orçamento superou os US$ 200 milhões. A TecMundo reforçou que a produção “custou US$ 250 milhões e não figurou entre as mais vistas nos EUA”, citando a Nielsen. Apesar disso, o Prime Video renovou a série e expandiu o universo com spin-offs internacionais, como a italiana ‘Citadel: Diana’.

Agora, a segunda temporada chega com um orçamento ainda maior. O Olhar Digital aponta que ‘Citadel’ está entre “as séries mais caras já produzidas pelo streaming”, com US$ 300 milhões. A Cinepoca confirma que a nova temporada “supera ‘Invencível’ e valida os 300 milhões da Prime Video” em termos de engajamento. A trama segue os agentes Mason Kane (Richard Madden) e Nadia Sinh (Priyanka Chopra Jonas) enfrentando a organização criminosa Mantícora, agora liderada por Paulo Braga, um bilionário brasileiro com conexões globais.

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Gabriel Leone, que ganhou projeção internacional no filme ‘Ferrari’ (2023), ao lado de Adam Driver, assume seu primeiro papel antagônico em uma grande produção de Hollywood. “Este é o segundo trabalho internacional de Gabriel Leone”, destacou a Rolling Stone Brasil. O ator descreveu Paulo Braga como “um cara extremamente inteligente e frio, que usa seu poder financeiro para manipular os bastidores da geopolítica mundial”. A Tribuna Hoje acrescenta que o personagem “é um bilionário brasileiro que atua como vilão ligado à Mantícora”, organização que busca desestabilizar agências de espionagem globais.

Escalação de talento brasileiro e mudança na estratégia de lançamento

A escalação de Leone reflete uma tendência de internacionalização do talento brasileiro em produções de streaming. A Tribuna de Minas listou ‘Citadel’ entre as “séries com atores brasileiros que são sucesso nos streamings”, ao lado de ‘Wandinha’ e ‘Jogos Vorazes’. O Observatório do Cinema ressaltou que a participação de Leone “coloca o Brasil no mapa do universo Citadel”, enquanto o Portal Tela enfatizou que o ator “entrega uma atuação magnética” e que seu personagem “rouba a cena” nos episódios.

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A mudança na estratégia de lançamento também é significativa. Diferente da primeira temporada, que teve episódios semanais, a segunda foi disponibilizada de uma vez, seguindo a preferência do público por maratonas. A Cinepoca analisou que “o modelo binge foi crucial para o engajamento inicial” e que a série “já supera ‘Invencível’ em popularidade”. No entanto, o alto investimento ainda gera questionamentos. O Observatório do Cinema ponderou que “a Amazon precisa justificar os US$ 300 milhões com métricas globais”, já que a primeira temporada não atingiu o topo da Nielsen nos EUA.

A presença de um vilão brasileiro também abre portas para narrativas mais diversas. A Rolling Stone Brasil lembrou que a franquia “pretende criar um universo interconectado de espionagem” e que a escolha de Leone “mostra a confiança dos produtores no talento brasileiro”. Para o ator, o papel é um marco: “Foi desafiador construir um personagem que transita entre o charme e a crueldade”, afirmou em entrevista ao AdoroCinema. A segunda temporada de ‘Citadel’ já está disponível no Prime Video.


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