segunda-feira, 27 de julho de 2026
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Economia

Lula e Xi aceleram tratativas por acordo comercial entre China e Mercosul

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Telefonema de domingo tratou do início das negociações, sem assinatura ou conclusão técnica.
  • Governo brasileiro não informou cronograma, formato das reuniões ou contrapartidas comerciais.
  • Eventual pacto envolveria Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, além de Pequim.
  • Discussões se arrastam há anos por assimetrias industriais e divergências no bloco.
  • Movimento ocorre em agenda regional mais ampla de integração econômica conduzida pelo Planalto.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Xi Jinping conversaram por telefone no domingo (26) e concordaram em acelerar as tratativas para um acordo comercial entre China e Mercosul. O diálogo não resultou no anúncio de um pacto fechado.

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A conversa de 26 de julho de 2026 tratou do início das negociações. Esse entendimento político ainda não equivale à assinatura, à conclusão técnica ou à entrada em vigor de um acordo comercial.

A China permanece como o principal parceiro comercial do Brasil e ocupa papel central nas exportações brasileiras de commodities agrícolas e minerais. Por isso, os termos de uma eventual abertura comercial podem afetar exportadores e segmentos da indústria expostos à concorrência de produtos chineses.

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Avanço depende de consenso no Mercosul

Qualquer pacto entre China e Mercosul envolve Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, além de Pequim. Não foram apresentados cronograma formal, metas de redução tarifária nem anuência expressa dos demais integrantes do bloco para acelerar a negociação.

Em junho de 2026, Lula tinha participação prevista na 68ª Cúpula do Mercosul, no Paraguai. A agenda regional antecedeu o telefonema com Xi, mas não representa adesão automática dos outros governos a eventuais termos comerciais negociados com a China.

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Tarifas e regras continuam inalteradas

Nesta etapa, o telefonema sinaliza prioridade política, mas não altera tarifas nem regras aduaneiras para empresas. Qualquer efeito sobre preços, exportações, importações e arrecadação dependerá do alcance do acordo e das condições negociadas.

Para avançar, a iniciativa ainda precisará de uma agenda negociadora e da definição de participantes, escopo e calendário. Enquanto esses termos não forem formalizados, empresas e setores produtivos continuam submetidos às regras comerciais em vigor.