terça-feira, julho 7
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Copa do Mundo 2026

Cristiano Ronaldo confirma adeus às Copas e compara Eurocopa ao Mundial

· 3 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Portugal venceu a Eurocopa de 2016 com Ronaldo como líder, o maior título da história da seleção portuguesa.
  • O atacante não anunciou aposentadoria do futebol profissional e segue no Al-Nassr, da Arábia Saudita.
  • Com 976 gols na carreira, ele está a 24 do marco histórico de mil.
  • A equiparação entre Eurocopa e Copa do Mundo foi recebida como polêmica pela imprensa internacional.
  • Esta foi a sexta Copa do Mundo de Ronaldo, tornando-o um dos poucos atletas da história a disputar seis edições.

Cristiano Ronaldo confirmou que a Copa do Mundo de 2026 foi sua última. A declaração veio depois da eliminação de Portugal diante da Espanha, por 1 a 0, na segunda-feira (6), e fechou um ciclo raro no futebol: seis participações no maior torneio do planeta, nenhuma taça mundial e uma carreira ainda aberta aos 41 anos.

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O atacante também reacendeu uma discussão sobre seu legado ao colocar a Eurocopa no mesmo patamar simbólico do Mundial. Campeão europeu com Portugal em 2016, Ronaldo tratou aquele título como equivalente, em dimensão, à conquista que não conseguiu alcançar nas Copas.

A comparação tem peso porque a Euro de 2016 segue como o maior título da história da seleção portuguesa. Para Ronaldo, foi também o troféu de seleção que sustentou parte central de sua trajetória internacional, em contraste com a ausência de uma Copa do Mundo no currículo.

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Fim de ciclo sem aposentadoria anunciada

A despedida das Copas não significa, por enquanto, despedida do futebol. Ronaldo não anunciou aposentadoria profissional e segue vinculado ao Al-Nassr, da Arábia Saudita. Também não tratou a eliminação como encerramento imediato de sua relação com a seleção portuguesa.

Na Copa de 2026, Ronaldo marcou 3 gols e saiu do torneio com 976 gols na carreira. O número mantém o atacante próximo de uma marca que se tornou uma das últimas grandes metas individuais de sua trajetória: o milésimo gol.

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A campanha portuguesa terminou diante da Espanha e encerrou a tentativa de Ronaldo de transformar sua sexta Copa em um desfecho de consagração. A edição havia começado cercada por perguntas sobre o fôlego competitivo do atacante, que chegou ao torneio aos 41 anos e ainda como uma das figuras centrais de Portugal.

O peso da Eurocopa de 2016 no legado

Ao igualar a Eurocopa ao Mundial em importância pessoal e histórica, Ronaldo reposiciona a conquista de 2016 no debate sobre seu legado. A fala funciona como resposta à principal lacuna de sua carreira: ter dominado recordes, clubes e seleções por duas décadas sem levantar a taça da Copa.

O argumento favorece uma leitura conhecida entre portugueses: a Eurocopa vencida na França mudou o patamar da seleção nacional e deu a Portugal um título que nenhuma geração anterior havia conquistado. Para críticos, porém, a Copa do Mundo continua em uma prateleira própria, por reunir seleções de todos os continentes e concentrar a maior pressão do futebol internacional.

Com a eliminação, Ronaldo deixa as Copas sem o título que perseguia desde sua estreia no torneio. O próximo capítulo de sua carreira passa pelo Al-Nassr, pela busca do milésimo gol e por uma eventual decisão sobre novas convocações por Portugal.


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