domingo, julho 5
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Copa do Mundo 2026

Pênalti de 1998 que derrubou o Brasil para a Noruega só ganha confirmação visual no dia seguinte

· 3 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Bebeto abriu o placar para o Brasil, mas a Noruega virou com Flo e Rekdal nos últimos cinco minutos do segundo tempo.
  • O árbitro assinalou a penalidade sem acesso ao ângulo decisivo, captado apenas por uma emissora sueca.
  • Sem VAR, qualquer recurso havia expirado no apito final — a imagem chegou 24 horas tarde demais para mudar o resultado.
  • A derrota não eliminou o Brasil, que chegou à final da Copa de 1998 e só perdeu para a França.
  • O lance ressurgiu às vésperas do reencontro de 2026, com o ex-zagueiro Gonçalves sugerindo estratégias para conter Haaland.

Uma imagem de TV sueca confirmou, no dia seguinte, o pênalti de Júnior Baiano em Tore André Flo que selou a derrota do Brasil por 2 a 1 para a Noruega na Copa de 1998.

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Bebeto havia aberto o placar para o Brasil aos 33 minutos do segundo tempo. A Noruega empatou com Tore André Flo aos 38 minutos e virou com Kjetil Rekdal, que converteu a penalidade aos 43 minutos do segundo tempo. O árbitro assinalou o pênalti sem dispor do ângulo decisivo — gravado por uma câmera sueca e divulgado em 24 de junho, um dia após a partida de 23 de junho.

A imagem encerrou a controvérsia ao mostrar o contato de Júnior Baiano em Flo, mas chegou tarde. Sem VAR, qualquer recurso havia expirado no apito final de 23 de junho. A derrota, porém, não eliminou o Brasil: a seleção avançou às oitavas, chegou à final e perdeu para a França.

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Tetracampeões em campo, imagem decisiva retida até o dia seguinte

A Copa de 1998 foi a primeira depois do tetracampeonato de 1994. O Brasil chegou à França com Ronaldo, Rivaldo e Bebeto, e a derrota para a Noruega na fase de grupos foi recebida como tropeço inesperado, não como colapso. O debate sobre o pênalti se prolongou além do torneio: sem tecnologia de revisão imediata, o lance ficou décadas como questão em aberto na memória da torcida.

O ex-zagueiro Gonçalves, que jogou na era anterior ao VAR, relembrou a polêmica de 1998 ao comentar o reencontro das seleções. Em declaração recente, Gonçalves apresentou estratégias para neutralizar Erling Haaland — o atacante que hoje lidera a seleção norueguesa na Copa de 2026.

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O pênalti gerou debates acalorados sobre a arbitragem e a ausência de recursos tecnológicos. A imagem que confirmava a infração existia — captada por uma câmera sueca —, mas a transmissão televisiva de 1998 não disponibilizou o ângulo decisivo antes do encerramento da partida. O árbitro decidiu com o que tinha à disposição no campo.

Copa 2026: Brasil e Noruega se reencontram neste domingo com VAR disponível

Neste domingo (5), Brasil e Noruega disputam as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O PIRANOT acompanhou a definição do confronto e reportou como o cruzamento coloca o Brasil em rota de possíveis encontros com Inglaterra e Argentina nas fases seguintes. O duelo entre Erling Haaland e Vinícius Júnior é apontado como o confronto individual de maior expectativa no mata-mata.

Na Copa de 2026, o VAR opera em todas as fases do torneio. Um lance equivalente ao de Júnior Baiano teria revisão imediata: câmeras de múltiplos ângulos, examinadas em segundos, com decisão comunicada antes que qualquer debate se formasse. Entre 1998 e hoje, a diferença não é apenas tecnológica — é o tempo que uma imagem leva para mudar a narrativa de um jogo.


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