segunda-feira, junho 8
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Brasil

Ministério anuncia R$1,4 bi em banda larga para 552 municípios

Anúncio do MCOM destina R$1,4 bilhão à expansão de banda larga em 552 municípios e 767 mil lares, enquanto o PNBL da Anatel segue encerrado desde 2016.

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Anatel informa que o PNBL oficial teve vigência até 31 de dezembro de 2016.
  • A ação anunciada em 2025 prevê R$ 1,4 bilhão para atender 767 mil lares.
  • O projeto alcança municípios em 17 estados, sem caráter de plano sucessor.
  • Fontes oficiais não trazem lista nominal das localidades fora da expansão.

Em 1º de agosto de 2025, o Ministério das Comunicações anunciou R$ 1,4 bilhão para expandir a conectividade em 552 municípios, com meta de atender 767 mil domicílios em 17 estados.

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O anúncio é identificado como Projeto Expansão de Redes e tem foco na ampliação da oferta de internet residencial, com desenho distinto do antigo programa federal de banda larga.

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Na base da Anatel, o Plano Nacional de Banda Larga aparece com origem em 2010 e vigência até 31 de dezembro de 2016. O cadastro disponível não registra, com esse mesmo nome, um novo ciclo PNBL 2025-2027.

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Com os números divulgados, o alcance atual corresponde a cerca de 9,9% dos 5.570 municípios brasileiros e indica custo médio aproximado de R$ 1,8 mil por domicílio.

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Impacto no mapa da conectividade

Há recurso, meta e cronograma anunciados, mas o material público apresenta os dados em nível agregado. Sem lista nominal dos municípios contemplados e não contemplados, fica difícil ao cidadão e às prefeituras saber, de imediato, onde a conexão começa e onde ainda não chega.

No setor educacional, a página da Anatel do Programa Banda Larga nas Escolas mostra vigência até 31 de dezembro de 2025, em trilha institucional própria e separada da expansão residencial do projeto anunciado pelo Ministério.

Na prática, o próximo marco é de governança: a política de conexão segue em movimento, e sua efetividade pública ainda depende de detalhamento territorial para que a disputa por inclusão digital deixe de ser um número global e vire realidade local.