sexta-feira, junho 5
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Economia

Setor público e empresas buscam métrica comum para medir IA

Portal do Ministério das Comunicações e relato da Uber mostram pressão por indicadores de retorno e custo

· 1 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT e Júnior Cardoso

Pontos-chave

  • Debate desta sexta discute como separar ganhos mensuráveis de promessa comercial em IA.
  • Página do MCom lista programas e ações, mas não informa custos, metas e retorno da tecnologia.
  • Materiais de plataformas e empresas apontam usos, porém não formam base oficial comparável.
  • Documento da Casa Civil trata governança como base institucional, sem cálculo específico sobre IA.

No portal do Ministério das Comunicações estão listadas ações, programas e atividades do órgão, mas não há ali um indicador público consolidado para medir o da inteligência artificial com padrão comum de comparação.

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Governança pública como base de controle

No documento de transparência e accountability da Casa Civil, disponível no gov.br, a governança pública aparece como base para crescimento sustentável, coesão social e ambiente institucional saudável.

Mercado também busca métricas mensuráveis

Em entrevista, o COO da Uber afirmou que parte dos investimentos em inteligência artificial pode ser difícil de justificar e disse que a expansão da tecnologia depende de indicadores de custo e produtividade.

Na prática, decisões de orçamento e continuidade seguem com parâmetros definidos por cada projeto e organização, sem uma régua pública única para comparar retorno entre áreas e serviços.

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