sábado, 18 de julho de 2026
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Ator de 29 anos interpreta Mirinho em 'A Nobreza do Amor' e diz que deixar mocinhos 'virou necessidade' com apoio de Adriana Esteves

Nicolas Prattes estreia como vilão após 12 anos: ‘Nunca gravei tanto’

Ator de 29 anos interpreta Mirinho em 'A Nobreza do Amor' e diz que deixar mocinhos 'virou necessidade' com apoio de Adriana Esteves

· 3 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT e Júnior Cardoso

Pontos-chave

  • Nicolas Prattes interpreta Mirinho em A Nobreza do Amor, novela das seis da Globo.
  • O ator disse à FolhaPE que o vilão ampliou sua carga de gravações.
  • Ao Extra, afirmou que deixar os mocinhos virou necessidade.
  • Prattes citou Adriana Esteves como apoio em fase de críticas à carreira.

Nicolas Prattes, 29, vive seu primeiro vilão em novelas depois de uma sequência de mocinhos na televisão. Em A Nobreza do Amor, da TV Globo, o ator interpreta Mirinho, personagem ambicioso que disputa poder, dinheiro e afeto na trama das seis.

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A mudança de registro foi descrita pelo próprio ator como uma virada profissional. Em entrevista à Folha de Pernambuco, publicada em 27 de abril, Prattes resumiu a intensidade do papel: “Nunca gravei tanto. Acho que o vilão vive a vida dele e a do mocinho também”.

Em resumo:

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  • Nicolas Prattes interpreta Mirinho em A Nobreza do Amor, novela das seis da Globo.
  • O ator disse à FolhaPE que o vilão ampliou sua carga de gravações.
  • Ao Extra, afirmou que deixar os mocinhos “virou necessidade”.
  • Prattes citou Adriana Esteves como uma voz importante em fase de críticas à carreira.

Vilão aumentou presença de Nicolas Prattes nas gravações

Na entrevista à FolhaPE, Prattes disse que Mirinho exige mais presença em cena porque o antagonista movimenta tanto a própria trajetória quanto a dos personagens que tenta prejudicar. “Antes eu vivia só a minha vida e os outros atrapalhavam. Agora, eu tenho que atrapalhar a vida dos outros”, afirmou.

O personagem é apresentado como filho de Casemiro Bonafé, vivido por Cássio Gabus Mendes, e mira a fortuna do pai. Na trama, também entra em conflito com Tonho, personagem de Ronald Sotto, e passa a perseguir seus próprios interesses após a chegada de Alika, papel de Duda Santos.

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Ator pediu para sair do ciclo de mocinhos

Ao Extra, Prattes disse que insistiu para interpretar o vilão da novela depois de 12 anos na Globo. Segundo o ator, a troca não foi apenas uma vontade artística, mas uma necessidade de buscar outro tipo de papel.

“Não foi só vontade, virou necessidade”, declarou ao jornal. A fala não indica ruptura com a emissora nem insatisfação com trabalhos anteriores; segundo o próprio relato, o movimento foi uma tentativa de ampliar repertório depois de anos associado a galãs e protagonistas românticos.

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Adriana Esteves aparece como apoio em fase de críticas

Na mesma entrevista ao Extra, Prattes relembrou críticas recebidas durante Mania de Você e disse que passou a separar melhor sua vida pessoal da repercussão pública do trabalho. O ator afirmou que Adriana Esteves o encorajou nesse período.

“Fui entender o meu tamanho como artista, reconhecer o meu valor. Críticas não podem me definir”, disse. Segundo ele, Esteves comparou sua experiência a momentos de virada da própria carreira e reforçou que ele deveria ouvir pessoas capazes de reconhecer seu valor.

Acervo do PIRANOT ajuda a contextualizar a trama

Como informou o PIRANOT em 25 de maio, Mirinho já apareceu no centro de uma crise ficcional marcada por disputa de poder dentro da trama. Esse histórico ajuda a explicar por que o personagem exige de Prattes uma atuação menos ligada ao modelo tradicional de mocinho.

A recepção do público ainda depende do avanço da novela e de dados de audiência divulgados pela Globo. Por ora, o ponto factual é a própria mudança de posição do ator: depois de anos em papéis de herói romântico, Prattes passou a defender em entrevistas que o vilão abre espaço para uma fase mais complexa da carreira.


Esta notícia foi apurada pelo NEXUS A.I. do PIRANOT. Para esta matéria, consultamos e cruzamos dados em fontes públicas como FolhaPE, Extra e o acervo do PIRANOT. Identificou um erro? Entre em contato.

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