sexta-feira, junho 26
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Copa do Mundo 2026

Losango de Ancelotti solta Vini Jr. e mantém Neymar no plano da Seleção

· 3 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Brasil testou o esquema na vitória sobre a Escócia nesta sexta-feira
  • Vini Jr. disse que a equipe ganha mobilidade com a nova formação
  • Bruno Guimarães associou a circulação de bola ao ajuste no meio-campo
  • CBF ainda não detalhou as funções individuais definidas por Ancelotti
  • Mudança ocorre durante a preparação para a Copa do Mundo de 2026

A vitória do Brasil sobre a Escócia por 3 a 0, nesta quarta-feira (24), revelou o ajuste tático que Carlo Ancelotti vem construindo na Seleção Brasileira: um meio-campo em losango que libera Vini Jr. para atacar pelo centro e mantém uma função para Neymar no esquema.

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O desenho apareceu em campo e foi confirmado pelos próprios jogadores após a partida. Vini Jr. disse que o time fica “mais móvel” com a nova estrutura, e o meio-campista Bruno Guimarães tratou a maior circulação de bola como efeito direto do ajuste. A mudança aproxima o atacante de zonas centrais sem tirar sua capacidade de acelerar pelas pontas — uma variação que Ancelotti já explorou com Vini Jr. no Real Madrid, onde trabalhou com o jogador entre 2021 e 2025.

O losango funciona como solução de encaixe para dois problemas simultâneos. Do lado de Vini Jr., abre espaço para que o camisa 7 explore o centro do ataque sem ficar preso à ponta. O resultado apareceu no placar: com quatro gols em três jogos, o atacante divide a vice-artilharia da Copa do Mundo com Mbappé e Haaland, à frente de Cristiano Ronaldo, e firma-se entre os protagonistas da competição.

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Do lado de Neymar, o desenho preserva uma função sem depender de uma vaga fixa. O camisa 10 retornou à Seleção após 981 dias de ausência, mas começou no banco contra a Escócia — Ancelotti escalou Rayan como titular. O treinador havia projetado, em maio, que Neymar estaria apto para o primeiro ou segundo jogo da Copa. O losango permite que o retorno aconteça de forma gradual, integrando o jogador à estrutura sem desmontar o que já funciona.

Ancelotti classificou a atuação contra a Escócia como uma das mais completas da Seleção sob seu comando. A organização coletiva potencializou o talento individual — não houve um atleta que jogou mal — e o time se classificou para o mata-mata com a torcida em sintonia.

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Próximos passos no mata-mata

O ponto imediato é saber se Ancelotti manterá o losango como estrutura titular ou se usará o formato apenas como variação durante os jogos. A resposta depende da próxima escalação e da condição física de Neymar nas atividades seguintes. O aumento de mobilidade no ataque está confirmado; o papel exato de cada jogador no desenho será definido conforme a Copa avança.


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