O diretor do FBI, Kash Patel, afirmou este domingo (7) que a agência está preparada para “qualquer cenário” durante a Copa do Mundo de 2026, com início em 11 de junho nos Estados Unidos, Canadá e México. A fala inclui mobilização de equipes táticas, especialistas em explosivos e tecnologia antidrone.
O torneio terá 48 seleções, o que amplia o volume de público e de ativos críticos de segurança. Documentos de planejamento divulgados para o evento registram que, em 5 de junho, mais de 60 órgãos concluíram treinamento em antidrone e que houve investimento de cerca de R$ 1,8 bilhão na frente de proteção, sem detalhamento público da origem e da divisão desses recursos.
Entre as soluções citadas está o uso de cães-robôs da Boston Dynamics para reforço operacional em áreas de grande circulação, com funções de vigilância e apoio inicial, sem substituir a ação de equipes humanas.
Impacto para brasileiros
Para o torcedor brasileiro, a questão prática é transformar a mensagem de prontidão em protocolo de orientação. Até o momento, não há publicação oficial com rotas de atendimento e canais de emergência específicos para quem vai acompanhar jogos em território americano.
Com a abertura se aproximando, o próximo passo é a divulgação de fluxos de contato entre autoridades dos países envolvidos e o governo brasileiro, para converter a preparação anunciada em informação útil aos viajantes.








