sábado, 25 de julho de 2026
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Levantamento do Imazon mostra 348 km² de desmatamento na Amazônia em 2026, queda de 17% sobre 2025; Pará recua, Roraima sobe e o dado depende do Prodes do INPE.

Desmatamento cai 17% na Amazônia, com Pará recuando e Roraima subindo

Levantamento do Imazon mostra 348 km² de desmatamento na Amazônia em 2026, queda de 17% sobre 2025; Pará recua, Roraima sobe e o dado depende do Prodes do INPE.

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Imazon comparou alertas de janeiro a março com os 419 km² registrados no mesmo período de 2025.
  • INPE opera bases oficiais como o Prodes, com metodologia própria para medir a derrubada da floresta.
  • Ministério do Meio Ambiente não havia localizado manifestação oficial sobre o acumulado de 2026.
  • Pará teve redução de 51% nos alertas e registrou 11 km² em maio no levantamento independente.
  • Pressão ambiental entrou na pauta externa após tarifa dos EUA sobre produtos brasileiros.

O desmatamento na Amazônia caiu 17% no primeiro trimestre de 2026: o Imazon calculou 348 km² de área derrubada, contra 419 km² entre janeiro e março de 2025.

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A Agência Brasil repercutiu o número do Imazon e ressalta que esse monitoramento não substitui a série oficial do INPE, feita com metodologia própria no Prodes. A distinção entre os dois conjuntos de dados muda a leitura do resultado.

Na distribuição regional, o Pará apresentou recuo de 51%, enquanto Roraima foi o único estado com avanço no período. O recorte mostra melhora agregada, mas com bolsões de pressão que exigem análise territorial, não apenas nacional.

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No pano de fundo, o MapBiomas registrou perda inferior a 1 milhão de hectares na Amazônia em 2025, 20,6% menor que em 2024 e o menor índice em seis anos, reforçando o sinal recente de desaceleração.

Esse recuo também repercute fora da floresta. Em meio à discussão internacional de tarifas e regras ambientais, a variação no ritmo de desmatamento entra no cálculo de risco de reputação e comércio para produtos brasileiros.

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Na prática, o trimestre aponta melhora, com exceção de Roraima. O próximo marco decisivo é a consolidação da série de 2026 pelo INPE, que dará a base oficial para o diagnóstico final e para a agenda de política ambiental do ano.


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