Uma mulher relatou ter sido enganada por alguém que dizia ser uma adolescente de 12 anos com autismo.
Ela disse ter confiado na história e oferecido carinho, comida e atenção antes de perceber que a identidade apresentada era falsa.
No relato, ela afirmou: “Dei carinho, afeto, comida. Não tinha como desconfiar”.
A prática remete ao chamado catfishing, em que uma identidade falsa é usada para criar confiança e se aproximar de desconhecidos na internet.
Nos termos do ECA, no Planalto, crianças e adolescentes têm proteção integral da família, da escola, da sociedade e do poder público.
O Ministério da Saúde define o autismo como condição do desenvolvimento que pode afetar comunicação e interação social. A referência enganosa a esse quadro pode aumentar a empatia inicial de quem está do outro lado da conversa.
Em material do Portal Gov.br sobre infância protegida, o governo federal reforça prevenção e denúncia em situações de risco com menores. Em suspeita de golpe on-line, cheque identidade e canais antes de oferecer ajuda, dinheiro, dados ou encontro presencial.








