A SpaceX apresentou em 20 de maio o formulário S-1 de abertura de capital junto à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC), revelando planos para listagem na Nasdaq sob o ticker SPCX e uma estimativa de mercado total endereçável de US$ 28,5 trilhões.
O registro posiciona a empresa de Elon Musk — que permanece como presidente do conselho, CEO e CTO — entre as maiores candidatas a ofertas públicas da história. O documento também mostra que a companhia detém 18.712 bitcoins, com valor de mercado avaliado entre US$ 1,3 bilhão e US$ 1,5 bilhão no início de 2026.
Reportagens do CoinGabbar e do citam projeções de analistas de avaliação de US$ 1,75 trilhão e preço-alvo de US$ 135 por ação para a estreia. Os termos finais, porém, ainda dependem da conclusão do processo regulatório e da definição de faixa de preço pela SpaceX.
O S-1 descreve a companhia como um conglomerado de tecnologia que vai além de foguetes reutilizáveis, com foco crescente em conectividade via Starlink e em centros de dados de inteligência artificial instalados em órbita.
O mercado já reage à expectativa. Gestoras estruturam fundos e ETFs para dar exposição à empresa antes mesmo da listagem, segundo reportagem do Yahoo Finance. A corretora Fidelity, por sua vez, abriu caminho para que investidores de varejo participem da oferta inicial, conforme noticiado pelo PIRANOT.
A operação consolida a aposta de Musk em infraestrutura espacial e coloca a SpaceX em rota para se tornar uma das companhias de capital aberto mais valiosas do mundo.








