sábado, 25 de julho de 2026
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Resgatistas retiram corpos de prédios destruídos; balanços locais apontam até 100 feridos.

Ataques russos a Kyiv e Dnipro deixam ao menos 22 mortos

Resgatistas retiram corpos de prédios destruídos; balanços locais apontam até 100 feridos.

· 2 min de leitura · Atualizado em 05.06.2026 · NEXUS A.I. do PIRANOT e Júnior Cardoso

Pontos-chave

  • Buscas continuam e número de mortos deve subir Em pronunciamento na noite de terça, Zelensky acusou a Rússia de promover os ataques às vésperas de um cessar-fogo anunciado por Moscou, segundo a BBC.
  • Mísseis e drones russos atingiram Kyiv e Dnipro na madrugada desta terça-feira (2) e mataram ao menos 22 pessoas, segundo autoridades ucranianas citadas pela BBC.
  • As administrações de Kyiv e Dnipro afirmaram que o balanço de mortos e feridos deve subir conforme escombros sejam removidos.
  • Dnipro concentra o maior número de vítimas, com 16 mortos, entre eles um menino de 8 anos e três mulheres retirados de blocos residenciais atingidos.
  • O Ministério da Defesa da Rússia é apontado pelas Forças Armadas ucranianas como responsável pela ofensiva.

Mísseis e drones russos atingiram Kyiv e Dnipro na madrugada desta terça-feira (2) e mataram ao menos 22 pessoas, segundo autoridades ucranianas citadas pela fontes oficiais. Equipes de resgate ainda retiravam corpos de prédios residenciais destruídos na manhã desta quarta (3).

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Dnipro concentra o maior número de vítimas, com 16 mortos, entre eles um menino de 8 anos e três mulheres retirados de blocos residenciais atingidos. Em Kyiv, o balanço varia entre 4 e 7 mortos, e 18 apartamentos foram destruídos, informaram autoridades locais.

Os balanços parciais divulgados pelas administrações regionais indicam entre 13 e 22 mortos e de 80 a 100 feridos, com tendência de alta à medida que as buscas avançam. Cerca de 1.500 socorristas atuavam nos pontos atingidos.

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O Ministério da Defesa da Rússia é apontado pelas Forças Armadas ucranianas como responsável pela ofensiva. Moscou não detalhou os alvos atingidos nem justificou a destruição de áreas residenciais.

Ofensiva retoma ciclo após trégua de maio

A nova onda de ataques ocorre semanas após o cessar-fogo de três dias declarado entre 9 e 11 de maio. Em 15 de maio, um bombardeio em Kyiv havia matado 24 pessoas e reabriu o ciclo de ofensivas contra centros urbanos.

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Em 1º de junho, o presidente Volodymyr Zelensky alertou para a iminência de um novo ataque em larga escala. No dia seguinte, mísseis e drones atingiram Dnipro e Kyiv, repetindo o padrão de ofensivas russas contra infraestrutura civil logo após períodos de pausa.

A guerra também tem transbordado para países vizinhos. Em maio, um drone russo atingiu um prédio residencial na Romênia, em episódio que provocou reação de Bucareste e da Otan.

Buscas continuam e número de mortos deve subir

Em pronunciamento na noite de terça, Zelensky acusou a Rússia de promover os ataques às vésperas de um cessar-fogo anunciado por Moscou, segundo fontes oficiais. O presidente cobrou novas sanções de aliados europeus e dos Estados Unidos.

As administrações de Kyiv e Dnipro afirmaram que o balanço de mortos e feridos deve subir conforme escombros sejam removidos. A consolidação oficial dos números por cidade está prevista para as próximas horas.

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