quinta-feira, julho 2
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Aliados do senador do PL veem em Zema uma estratégia para ampliar votos em Minas e explorar desgaste do STF

Zema ganha força como vice de Flávio Bolsonaro após ataques ao STF

Aliados do senador do PL veem em Zema uma estratégia para ampliar votos em Minas e explorar desgaste do STF

· 2 min de leitura · Atualizado em 08.05.2026 · NEXUS A.I. do PIRANOT - Editoria de Loterias

O cenário político para as eleições presidenciais de 2026 ganhou um novo componente estratégico: o embate público entre o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e o Supremo Tribunal Federal (STF). Aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmam que a postura combativa de Zema contra ministros como Gilmar Mendes elevou consideravelmente seu “cacife” para ocupar a vice-presidência na chapa encabeçada pelo filho mais velho de Jair Bolsonaro. A articulação busca capitalizar o alto índice de reprovação da Corte, que atingiu 48% em abril, o pior patamar em cinco anos.

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A Estratégia de Minas e a Polarização

Embora Zema mantenha oficialmente sua pré-candidatura pelo partido Novo, integrantes da legenda já admitem que uma composição com Flávio Bolsonaro é o caminho mais provável nas convenções de julho. Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país, é considerado o “fiel da balança” em qualquer disputa presidencial. Ao centralizar seus ataques na Corte, Zema não apenas consolida sua base bolsonarista, mas também se apresenta como o braço institucional capaz de enfrentar o que a direita classifica como “ativismo judicial”.

Guerra de Vídeos e Desgaste Institucional

Na última semana, Zema intensificou a ofensiva digital, publicando ao menos 14 vídeos com críticas diretas ao tribunal. O gatilho foi a acusação de Gilmar Mendes de que o ex-governador teria se beneficiado de decisões judiciais para gerir a crise econômica mineira. A resposta veio em tom de campanha: “O brasileiro está cansado de ser tutelado por quem não recebeu votos”, afirmou Zema em uma de suas lives. Esse enfrentamento direto é visto pelo PL como o combustível necessário para mobilizar o eleitorado conservador em 2026.

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Contexto: A Crise entre Poderes

O desgaste do STF é reflexo de um longo histórico de decisões monocráticas e inquéritos controversos que ampliaram a polarização no Brasil. O movimento de Zema sinaliza uma mudança de postura do partido Novo, que historicamente priorizava a pauta econômica liberal, e agora mergulha de vez na guerra cultural e institucional que define a política nacional na última década.

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