terça-feira, 28 de julho de 2026
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Economia

Vendaval de 122 km/h atinge lavouras e instituto agrícola em Ribeirão Preto

· 3 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Ventos chegaram a 122 km/h, com granizo e 24 mm de chuva em 20 minutos.
  • Danos foram relatados em áreas de cana-de-açúcar, grãos e frutas.
  • Mais de 115 mil clientes ficaram sem energia no dia seguinte ao vendaval.
  • O Instituto Agronômico não informou estimativa financeira dos prejuízos.

O temporal de sexta-feira (24) atingiu lavouras, estruturas agropecuárias, redes elétricas e instalações do Instituto Agronômico em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

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Os danos alcançaram lavouras de cana-de-açúcar, grãos e frutas, além de estruturas agropecuárias e unidades físicas do Instituto Agronômico (IAC). Ainda não há estimativa financeira oficial dos prejuízos agrícolas, estruturais ou de eventual custo de reconstrução.

As rajadas chegaram a 122 km/h na madrugada de 24 de julho, com precipitação de 24 mm em 20 minutos. Em 25 de julho, 115.180 clientes estavam sem energia elétrica, em reflexo do desligamento de 8 das 14 subestações da CPFL Paulista, o que deixou quase 100% da cidade temporariamente sem luz e afetou o abastecimento de água.

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Temporal atinge polo agrícola e estrutura de pesquisa

A região de Ribeirão Preto abriga lavouras de cana-de-açúcar, grãos e frutas, além de centros de pesquisa tecnológica ligados ao agronegócio. A Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo (APqC) registrou danos estruturais significativos nas instalações do IAC no município.

O efeito econômico imediato se concentra em três frentes: perda ou comprometimento de lavouras, danos à infraestrutura urbana e impacto sobre a pesquisa agrícola. Sem laudos oficiais de perdas agrícolas, não há base para tratar queda de produção, impacto no PIB agropecuário estadual ou reflexo em preços como fato confirmado.

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Na infraestrutura, o vendaval derrubou parte da rede elétrica e afetou serviços essenciais. A recuperação de energia elétrica e abastecimento avançava depois da madrugada de 24 de julho, mas o número de 115.180 clientes sem energia em 25 de julho dimensiona a escala do impacto sobre moradores e empresas.

Emergência municipal amplia pressão por resposta pública

Um idoso morreu após o desabamento de uma estrutura vizinha sobre sua residência. O prefeito Ricardo Silva decretou estado de emergência diante do colapso parcial no atendimento de urgência dos hospitais locais.

O encaminhamento confirmado é o suporte emergencial da Defesa Civil Nacional ao município paulista, depois dos danos urbanos e rurais provocados pelo temporal. Para contribuintes e orçamento público, o ponto prático agora é a definição de custos de recuperação de lavouras, estruturas públicas, rede elétrica e instalações do Instituto Agronômico.

Até a divulgação de estimativas oficiais, o impacto econômico fica restrito aos danos já registrados: ventos de 122 km/h, chuva de 24 mm em 20 minutos, 8 das 14 subestações desligadas, 115.180 clientes sem energia e prejuízos em lavouras, pecuária, infraestrutura urbana e pesquisa agrícola.


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