terça-feira, julho 7
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Economia

Tufão Maysak deixa ao menos 15 mortos e provoca cheias no sul da China

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • O saldo de mortos saltou de 2 para 15 conforme equipes de resgate chegaram a áreas ainda isoladas pelas cheias.
  • Nanning é polo logístico e industrial do sul da China, com rotas fluviais e terrestres conectadas a portos da costa leste.
  • As autoridades de Guangxi não confirmaram o número de desabrigados nem os danos à infraestrutura de transporte da província.
  • O sul da China enfrenta tufões severos de junho a setembro, com os rios Pearl e Yongjiang entre os mais suscetíveis.

O tufão Maysak deixou ao menos 15 mortos no sul da China depois de provocar inundações severas na província de Guangxi. O agravamento do desastre foi registrado após o transbordamento do rio Yongjiang em Nanning, capital regional e uma das principais cidades do sul do país.

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O balanço amplia de forma expressiva o impacto atribuído ao sistema, que já havia causado mortes nos primeiros efeitos sobre a região. A combinação de chuva intensa, cheia de rios e áreas urbanas alagadas complicou o acesso a pontos atingidos e mobilizou equipes de resgate nesta terça-feira (7).

Rio Yongjiang transborda e pressiona Nanning

O Yongjiang corta Nanning e é um eixo importante para a dinâmica urbana de Guangxi. Com o avanço das chuvas associadas ao Maysak, o rio superou sua capacidade em trechos da cidade, intensificando alagamentos e aumentando o risco para moradores de áreas baixas.

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Guangxi fica em uma faixa do sul da China frequentemente exposta a sistemas tropicais durante o verão no Hemisfério Norte. Entre junho e setembro, tufões e tempestades alimentadas por ar quente e úmido costumam elevar rapidamente o nível de rios e pressionar redes de drenagem, estradas e serviços públicos.

Desastre ocorre em região relevante para logística chinesa

A província de Guangxi tem peso logístico e industrial no sul chinês, com conexões terrestres e fluviais que ligam centros produtivos a rotas comerciais da costa. Por isso, cheias prolongadas na região podem afetar deslocamentos internos, abastecimento local e operações de transporte, ainda que o impacto econômico específico do Maysak dependa da extensão dos danos nas próximas horas.

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O episódio também interessa ao Brasil porque a China é o principal parceiro comercial do país. Interrupções relevantes em regiões industriais ou logísticas chinesas podem repercutir em cadeias de suprimento globais, sobretudo quando atingem transporte, energia, produção manufatureira ou escoamento portuário.

Com o Maysak ainda associado a chuvas intensas no sul da China, a prioridade das autoridades locais é alcançar áreas afetadas, retirar moradores em risco e consolidar o balanço de vítimas e danos em Guangxi.


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