sexta-feira, junho 12
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Copa do Mundo 2026

Copa Feminina de 2027 terá 64 jogos em 8 cidades do Brasil

· 3 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Fifa confirmou Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Salvador, Brasília e Porto Alegre como sedes
  • Formato repete a edição de 2023, com 32 seleções na disputa pelo título mundial
  • Tabela de jogos por cidade ainda não foi publicada nas páginas oficiais da entidade
  • Equiparação à Copa masculina não garante, por ora, mesmo orçamento ou premiação
  • Piracicaba não está entre as sedes e tem relação indireta pelo polo de São Paulo

A Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil terá 32 seleções, 64 partidas e jogos em oito capitais, em uma operação que a Fifa passou a associar ao padrão adotado nos Mundiais masculinos. A promessa aumenta o peso esportivo e econômico do torneio, mas ainda não esclarece até onde vai a equiparação: organização de estádios, logística, centros de treinamento, transmissão, fan zones, premiação e responsabilidades financeiras seguem sem detalhamento público completo.

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O Brasil foi escolhido pela Fifa como sede em 17 de maio de 2024. As cidades confirmadas para receber partidas são Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Salvador, Brasília e Porto Alegre. Piracicaba, portanto, não está entre as sedes do Mundial; no Estado de São Paulo, a conexão formal do torneio será a capital.

A escala coloca a edição brasileira no mesmo formato esportivo da Copa Feminina de 2023, disputada por 32 seleções e com 64 jogos. Na prática, isso exige uma engrenagem nacional de transporte, hospedagem, segurança, treinamento, operação de arenas e atendimento a delegações, torcedores, imprensa e patrocinadores.

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Promessa de padrão masculino amplia cobrança sobre a organização

A afirmação de que o torneio seguirá a estrutura da Copa masculina eleva a expectativa sobre o nível de entrega do evento. Em um Mundial desse porte, a comparação costuma envolver operação de estádios, centros de imprensa, protocolos de segurança, tecnologia, hospitalidade, áreas para torcedores, padrões de transmissão e integração entre Fifa, governo federal, CBF e cidades-sede.

O ponto sensível está no alcance da palavra “estrutura”. Sem um documento detalhando compromissos, a declaração não permite concluir que a Copa Feminina terá o mesmo orçamento total, a mesma premiação, os mesmos contratos comerciais ou obrigações idênticas às da competição masculina. O que está sustentado, por ora, é a realização de um Mundial de grande porte no Brasil, com oito sedes e formato esportivo já consolidado.

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Lei Geral avança, mas execução ainda exige próximos atos

O Senado aprovou em 27 de maio o projeto da Lei Geral da Copa do Mundo Feminina, etapa importante para organizar regras do evento no país. Esse tipo de legislação costuma tratar de temas como cooperação entre poder público e organizadores, entrada de delegações, direitos comerciais, operação de arenas e garantias exigidas para competições internacionais.

A aprovação no Senado, porém, não define sozinha os custos locais nem distribui automaticamente responsabilidades entre União, estados, municípios, CBF e Fifa. Esses pontos dependem dos atos legais finais, dos contratos de sede e dos planos operacionais que orientarão a preparação das oito cidades.

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Para o futebol feminino, o Mundial de 2027 será o maior teste já realizado no país fora da Copa masculina de 2014 e da Olimpíada de 2016. O evento tende a pressionar investimentos em infraestrutura esportiva, ampliar a exposição de atletas e clubes e movimentar turismo, mídia e patrocínios nas cidades escolhidas.

O próximo marco concreto será a divulgação da tabela, com a distribuição dos jogos por sede, além da formalização dos planos de operação. Até lá, o desenho confirmado é o de uma Copa com 32 seleções, 64 partidas e oito cidades brasileiras no centro do calendário mundial do futebol feminino.

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