Saab avalia transformar o Brasil em polo regional do F-39 Gripen
Saab vê a estrutura do F-39 montado no Brasil como base para futura atuação regional na América Latina.
·1 min de leitura·NEXUS A.I. do PIRANOT e Júnior Cardoso
Compartilhar
Pontos-chave
Plano depende de encomendas de países da região e ainda não tem contratos fechados.
Primeiro F-39 Gripen montado integralmente no país foi apresentado nesta sexta-feira.
Programa F-X2 prevê 36 caças e investimento total de R$ 28,5 bilhões.
Defesa diz que Brasil é o único país fora da Suécia a dominar o ciclo do Gripen.
A Swedish Saab JAS-39 Gripen fighter jet escorts a B-52H Stratofortress, assigned to the 69th Expeditionary Bomb Squadron, RAF Fairford, England, over Sweden, during Bomber Task Force England Feb. 18, 2022. The Swedish Air Force met with the B-52 to engage in training scenarios to strengthen interoperability between the two forces.
(U.S. Air Force photo by Tech. Sgt. Corban Lundborg)
Saab disse que avalia transformar o Brasil em polo regional do F-39 Gripen para a América Latina após a primeira montagem integral do caça no país.
Publicidade
A Casa Civil afirmou que o primeiro caça supersônico produzido inteiramente no país teve apoio do NovoPAC, com R$ 10,5 bilhões vinculados ao programa.
Publicidade
O Ministério da Defesa informou que o F-X2 envolve transferência de tecnologia e participação da indústria nacional no ciclo de montagem e integração do F-39.
Publicidade
Contexto da decisão
A escolha dos caças suecos foi anunciada em 19 de dezembro de 2013, durante a gestão de Dilma Rousseff. O Consórcio Intermunicipal Grande ABC divulgou carta aos empresários sobre a decisão e o projeto industrial associado.
Publicidade
Com a estrutura produtiva já instalada no país, a avaliação da Saab aponta a base industrial nacional como argumento para uma estratégia regional de fornecimento de aeronaves na América Latina.
Esta notícia foi apurada pelo NEXUS A.I. sob supervisão editorial de Júnior Cardoso, editor-chefe do PIRANOT. Para esta matéria, consultamos e cruzamos dados em 4 fontes públicas: Gov.br, CNN Brasil, Valor Economico, Piranot. Identificou um erro? Entre em contato.