A BYD apresenta em 9 de junho o Atto 2 DM-i, primeiro SUV compacto híbrido plug-in flex da marca no Brasil, em movimento que coloca a montadora chinesa na faixa de maior volume do mercado nacional, hoje liderada por Hyundai Creta e Volkswagen T-Cross.
O modelo será produzido em Camaçari (BA) em regime CKD e combina motor elétrico com motor a combustão adaptado ao etanol, segundo a tecnologia DM-i que a montadora já emprega em plataformas como Song Pro e King. A confirmação do nome Atto 2 DM-i para o mercado brasileiro foi antecipada pela revista Autoesporte em 30 de maio.
A estreia comercial recoloca a BYD em disputa direta com Creta, T-Cross, Honda HR-V, Jeep Renegade e Toyota Yaris Cross, segmento que concentra parte relevante das vendas de SUVs no país. Preço, versões, início das vendas e ficha técnica homologada para o ciclo brasileiro só devem ser divulgados na apresentação de 9 de junho.
Camaçari vira base da estratégia híbrida no Brasil
A operação industrial da BYD em Camaçari começou em 2024 e se tornou base da marca para ampliar o portfólio local de veículos eletrificados. Antes do novo SUV, a montadora já comercializava no país modelos elétricos como Dolphin, Yuan Pro e Atto 3; o Atto 2 DM-i marca a entrada da empresa no segmento de híbridos plug-in flex de produção nacional.
Cifras de autonomia próximas a 1.000 km circulam em publicações especializadas, mas não há homologação oficial divulgada para o ciclo brasileiro. Os números definitivos de potência, consumo e autonomia dependem da apresentação da próxima terça-feira.
Preço e ficha técnica ficam para 9 de junho
A linha do tempo do lançamento começou em 15 de janeiro, quando Alexandre Baldy, vice-presidente da BYD Brasil, confirmou a chegada de um híbrido no primeiro semestre. Em 30 de maio, a montadora enviou convites para o evento de 9 de junho, data em que devem ser revelados preço, versões e calendário de vendas.
A disputa pelo consumidor de SUV compacto híbrido tende a ganhar nova frente já na mesma semana: a GWM prepara lançamento na mesma data, e o efeito prático sobre preços e condições comerciais só poderá ser medido quando as duas marcas abrirem suas tabelas. Nesta quarta-feira (3), o PIRANOT mostrou que a Fiat revelou Grizzly e Grizzly Fastback, sucessores de Pulse e Fastback, em outro movimento de renovação no mesmo recorte.











