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Seis casos confirmados no estado superam total de 2025; dose fracionada de 2018 perdeu validade e cobertura vacinal está abaixo da meta.

Febre amarela já matou três pessoas em São Paulo em 2026

Seis casos confirmados no estado superam total de 2025; dose fracionada de 2018 perdeu validade e cobertura vacinal está abaixo da meta.

· 4 min de leitura · Atualizado em 08.05.2026 · NEXUS A.I. do PIRANOT - Editoria de Loterias
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A febre amarela já matou três pessoas em São Paulo em 2026, segundo a Secretaria Estadual de Saúde. Até abril, foram seis casos confirmados, todos da forma silvestre — transmitida por mosquitos em áreas de mata. O número supera o total de 2025, quando houve apenas um caso e nenhum óbito.

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O avanço da doença acende o alerta para a baixa cobertura vacinal. Em 2018, o governo aplicou doses fracionadas da vacina, que têm validade de seis anos — prazo que já expirou. Grande parte da população que recebeu essa dose ainda não fez o reforço.

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A letalidade da febre amarela pode chegar a 60%, e os sintomas iniciais são facilmente confundidos com os da dengue, o que retarda o diagnóstico. A vacinação segue como a única forma eficaz de prevenção.

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Seis casos e três óbitos em SP em 2026

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Até abril de 2026, a Secretaria Estadual de Saúde registrou seis casos e três mortes por febre amarela em São Paulo. Todos os casos são da forma silvestre, transmitida por mosquitos em áreas de mata. O número já supera o total de 2025, quando houve apenas um caso e nenhum óbito.

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A baixa cobertura vacinal preocupa autoridades. Em 2018, o governo aplicou doses fracionadas da vacina, que têm validade menor — e grande parte da população que recebeu essa dose ainda não fez o reforço. “Quem tomou a dose fracionada precisa de uma dose adicional para garantir a proteção”, informou o Ministério da Saúde.

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A letalidade da febre amarela pode chegar a 60%, e os sintomas iniciais são facilmente confundidos com os da dengue, o que retarda o diagnóstico e o tratamento adequados.

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Sintomas confundem com dengue e retardam diagnóstico

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O diagnóstico precoce da febre amarela esbarra na semelhança inicial dos sintomas com a dengue. Febre, dor muscular e dor de cabeça são comuns às duas doenças, segundo o Ministério da Saúde, o que leva muitos pacientes a procurarem atendimento tardio. A diferença crucial surge nos casos graves: a febre amarela pode evoluir com icterícia (coloração amarelada da pele e olhos) e hemorragias, enquanto a dengue raramente apresenta esse quadro.

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A letalidade da forma grave da febre amarela varia de 30% a 60%, conforme dados oficiais, e não há tratamento antiviral específico — o manejo é apenas de suporte, com hidratação e controle de sintomas. A secretaria de Saúde de São Paulo alerta que, diante de qualquer suspeita, a notificação deve ser imediata para evitar óbitos.

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A vacinação segue como a única forma eficaz de prevenção, mas a baixa cobertura, agravada pelo vencimento da dose fracionada de 2018, mantém a população vulnerável.

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Vacinação fracionada de 2018 perde validade; cobertura é baixa

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Quem tomou a dose fracionada da vacina contra febre amarela em 2018 precisa de reforço. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabeleceu que a proteção desse esquema dura seis anos, prazo que já expirou. Em Piracicaba, a cobertura vacinal entre menores de 1 ano é de apenas 73,93%, segundo a Secretaria Municipal de Saúde — abaixo da meta de 95% recomendada pelo Ministério da Saúde.

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Para ampliar a imunização, a prefeitura realiza busca ativa casa a casa. Em 2025, foram aplicadas quase 3 mil doses contra a febre amarela, conforme dados oficiais. Dados consolidados de 2026 ainda não foram divulgados.

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A baixa adesão preocupa porque a doença, transmitida por mosquitos silvestres, tem letalidade de até 60% e pode ser confundida com a dengue. O secretário municipal de Saúde, Marcelo Pinto, afirmou que “a população precisa procurar as unidades de saúde para verificar a situação vacinal e, se necessário, tomar a dose de reforço”.

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