quinta-feira, julho 2
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Dois homens invadiram residências em Ituporanga, fizeram três famílias reféns e jogaram álcool no menino para coagir pais.

Dupla ameaça atear fogo em criança de 5 anos durante assalto e é presa em Santa Catarina

Dois homens invadiram residências em Ituporanga, fizeram três famílias reféns e jogaram álcool no menino para coagir pais.

· 4 min de leitura · Atualizado em 08.05.2026 · NEXUS A.I. do PIRANOT - Editoria de Loterias

Dois homens jogaram álcool em uma criança de cinco anos e ameaçaram atear fogo no menino durante uma série de assaltos a residências em Ituporanga, no Alto Vale do Itajaí. A ação ocorreu na tarde de quarta-feira (22) e terminou com a prisão dos suspeitos pela Polícia Civil, após três famílias terem sido mantidas reféns.

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O município de Ituporanga, localizado no interior catarinense, foi cenário de uma ação criminosa que envolveu invasão de domicílio, sequestro de pessoas e extrema violência psicológica. Segundo informações divulgadas pelo portal Banda B, a dupla agiu na zona rural da cidade.

A gravidade do caso, marcada pela ameaça direta contra a vida de uma criança, gerou forte comoção na região. A Polícia Civil assumiu as investigações, que seguem em andamento para apurar todos os detalhes da investida criminosa.

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A invasão e os reféns

Na tarde de quarta-feira (22), dois homens invadiram residências no interior de Ituporanga. Conforme detalhado pelo jornal O Município, os criminosos mantiveram três famílias em cativeiro durante o assalto.

A ação teve como alvo propriedades na zona rural do município. Segundo a publicação Banda B, a dupla acreditava que as vítimas possuíam armas e quantias em dinheiro guardadas em casa, motivação que teria guiado os crimes.

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A tática de fazer reféns dentro das próprias casas das vítimas caracteriza um modus operandi de alta violência e intimidação. O isolamento da área rural pode ter sido um fator explorado pelos assaltantes.

A ameaça à criança

O ápice da violência ocorreu quando os criminosos direcionaram ameaças a uma criança de cinco anos. De acordo com o NSC Total, os bandidos jogaram álcool no menino.

Em seguida, ameaçaram atear fogo na criança caso os pais não entregassem as armas e o dinheiro que supostamente estariam escondidos. A informação foi repassada à polícia por uma das vítimas, segundo o mesmo portal.

A utilização de uma criança como instrumento de coerção representa uma escalada na brutalidade de crimes contra o patrimônio. Especialistas em segurança frequentemente apontam que tal violência psicológica deixa traumas profundos, além do risco físico iminente.

A prisão e a investigação

Após o crime, a Polícia Civil prendeu os dois suspeitos. A captura foi confirmada pelo jornal O Município, que noticiou que os homens foram encaminhados à delegacia.

A autoridade policial não detalhou publicamente como se deu a prisão dos envolvidos. O caso segue sob investigação para apurar a extensão total dos danos e possíveis conexões com outros crimes.

Registros preliminares, citados em redes sociais durante a divulgação inicial do caso, mencionaram que ao menos uma pessoa teria sofrido um corte na cabeça. Não há, no entanto, informações oficiais consolidadas pela polícia sobre feridos.

Repercussão e andamento legal

O caso chocou a comunidade do Alto Vale do Itajaí pela crueldade da ameaça a uma criança. Crimes com reféns e violência extrema são relativamente raros na região, o que amplificou o impacto local.

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A dupla presa agora responde a inquérito por uma série de crimes graves, que podem incluir roubo majorado, sequestro, cárcere privado e ameaça. A ameaça de morte, especialmente contra uma criança, é um agravante considerado pelo sistema jurídico.

A Polícia Civil deve apresentar os denunciados à Justiça após a conclusão dos primeiros atos investigativos. A expectativa é que o Ministério Público ofereça denúncia com base nas provas colhidas no local e nos depoimentos das vítimas.


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