Donald Trump telefonou para a seleção masculina dos Estados Unidos nesta sexta-feira (12), horas antes da estreia da equipe na Copa do Mundo de 2026, mas não irá ao SoFi Stadium para acompanhar a partida contra o Paraguai, em Inglewood, na região metropolitana de Los Angeles.
A ausência do presidente foi atribuída pela Casa Branca à agenda oficial. O secretário de Estado, Marco Rubio, foi escalado para representar o governo americano no estádio, em uma noite de forte carga simbólica para o país-sede.
O contato de Trump com o elenco ocorreu por intermédio de Andrew Giuliani, diretor-executivo da força-tarefa da Casa Branca para a Copa de 2026. Na mensagem, o presidente desejou sorte aos jogadores, elogiou o técnico Mauricio Pochettino e saudou a equipe antes do primeiro compromisso americano no torneio.
EUA estreiam em casa sob atenção política
A partida contra o Paraguai marca o início da campanha dos Estados Unidos em uma Copa dividida com México e Canadá e disputada, pela primeira vez, com 48 seleções. Para os americanos, o jogo funciona também como vitrine institucional em um Mundial que terá parte decisiva de sua exposição no território do país.
A presença de Rubio preserva a representação formal do governo na tribuna, mas a decisão de Trump de participar apenas à distância desloca parte do foco para a relação entre política e esporte em um evento global. O presidente vinha sendo associado à organização do torneio por meio da força-tarefa criada na Casa Branca para acompanhar a preparação americana.
Dentro de campo, a seleção comandada por Pochettino tenta transformar o fator local em impulso competitivo diante do Paraguai. Fora dele, a estreia testa a capacidade dos Estados Unidos de projetar a imagem de anfitrião central da Copa de 2026, mesmo sem o presidente no estádio.
O jogo está marcado para as 22h no horário local, no SoFi Stadium. Com Trump ausente, Rubio assume o posto de principal representante do governo americano na abertura da campanha dos EUA no Mundial.










