sexta-feira, junho 12
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Copa do Mundo 2026

Brito, zagueiro do tri de 1970, morre aos 86 anos

· 3 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Comunicado nas redes sociais do ex-jogador confirmou a morte nesta quinta-feira
  • Causa da morte, local do falecimento e detalhes da despedida não foram divulgados
  • Defensor foi campeão no México ao lado de Pelé, Rivellino e Tostão
  • Brito também disputou a Copa de 1966 e passou por grandes clubes brasileiros

Brito, zagueiro titular da Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo de 1970, morreu aos 86 anos nesta quinta-feira (11). A morte do ex-jogador foi confirmada por informações divulgadas ao longo do dia.

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A causa da morte e os detalhes de velório e sepultamento não foram informados. A despedida marca a perda de mais um nome da geração que transformou a equipe de 1970 em referência permanente do futebol brasileiro.

No México, Brito foi parte da defesa de uma Seleção que ficou eternizada pelo talento ofensivo de Pelé, Rivellino, Jairzinho e Tostão, mas também pela solidez de um time que atravessou a Copa com autoridade. O Brasil venceu todos os jogos daquela campanha e conquistou o tricampeonato mundial, resultado que garantiu ao país a posse definitiva da Taça Jules Rimet.

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Defensor foi titular na campanha histórica do México

Brito formou a dupla de zaga titular com Piazza na Copa de 1970. Em uma equipe lembrada principalmente pela força criativa do meio para a frente, o zagueiro representava o equilíbrio de um time que combinava técnica, imposição física e organização defensiva.

A presença no tri consolidou Brito entre os personagens centrais da história da Seleção. Antes da consagração no México, ele já havia defendido o Brasil no Mundial de 1966, na Inglaterra, em uma geração que viveu a frustração da eliminação precoce e, quatro anos depois, alcançou o auge.

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Carreira passou por clubes de grande torcida

Além da Seleção, Brito construiu uma trajetória extensa no futebol brasileiro. O zagueiro teve passagens por Vasco da Gama, Internacional, Flamengo, Cruzeiro e Botafogo, clubes de alcance nacional que ampliaram sua identificação com diferentes torcidas.

Como defensor, viveu uma era em que a função exigia força no duelo direto, leitura de posicionamento e liderança diante de atacantes que marcaram época. No imaginário do torcedor, porém, sua imagem ficou ligada sobretudo ao time que ergueu a taça no Estádio Azteca e entrou para a história como uma das maiores seleções já formadas.

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A família ainda deve informar a programação da despedida. Até lá, a confirmação da morte encerra a trajetória de um dos titulares da equipe que deu ao Brasil seu terceiro título mundial.