Uma mulher foi atropelada, nesta sexta-feira (5), em Erechim (RS), por um homem identificado como seu namorado, em fato inicialmente registrado como tentativa de feminicídio. A Polícia Civil tratou o caso como violência doméstica.
Nos primeiros registros, o carro teria sido usado para atingir a vítima. A tipificação depende da prova de intenção, do contexto de gênero e de possíveis antecedentes de agressões no relacionamento.
Até o momento, não houve divulgação oficial sobre a situação do suposto agressor, eventual prisão ou o estado de saúde e atendimento médico da mulher.
Erechim, cidade de porte médio com cerca de 100 mil moradores, costuma acionar rede de atendimento e segurança com rapidez em ocorrências dessa gravidade.
Como o caso pode ser enquadrado
A Lei 13.104/2015 define o feminicídio como homicídio de mulher por razões de gênero, inclusive em relações íntimas. Na forma tentada, a investigação pode embasar pedidos de medidas protetivas e, quando houver risco atual, de prisão preventiva.
Perícias no veículo, exames médicos e depoimentos dos envolvidos serão fundamentais para definir autoria e direção do inquérito, além do pedido do Ministério Público.
Rede de proteção
Mulheres em situação de risco podem acionar imediatamente o 190 e o Disque 180, que orienta sobre atendimento e proteção.










