segunda-feira, julho 6
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Comércio e Serviços

Comércio cresce pelo terceiro mês e atinge novo recorde, aponta IBGE

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT - Editoria de Loterias

Pontos-chave

  • Comércio cresceu 0,5% de fevereiro para março.
  • Foi a terceira alta seguida do varejo.
  • Setor atingiu o maior patamar da série do IBGE.
  • Queda do dólar ajudou produtos importados e itens de informática.
  • Em 12 meses, varejo acumula alta de 1,8%.

O comércio brasileiro cresceu 0,5% na passagem de fevereiro para março e atingiu o maior patamar da série acompanhada pelo IBGE. Foi a terceira alta consecutiva do varejo, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio.

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Na comparação com março do ano passado, o setor avançou 4%. Em 12 meses, a expansão acumulada é de 1,8%, resultado que confirma a recuperação gradual do consumo, embora o desempenho siga desigual entre segmentos.

Dólar mais baixo ajudou parte do varejo

Um dos vetores do mês foi o câmbio. Com o dólar mais baixo, produtos importados ficaram relativamente mais baratos, favorecendo atividades como equipamentos de escritório, informática e comunicação. Esse tipo de segmento responde rapidamente a variações de preço e crédito.

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O recorde não significa que todo o comércio esteja aquecido da mesma forma. Supermercados, móveis, eletrodomésticos, vestuário e itens de maior valor dependem de renda, endividamento das famílias, juros e confiança do consumidor.

Sinal positivo, mas ainda dependente da renda

O dado do IBGE reforça que o consumo segue sustentando parte da atividade econômica. A questão é se o ritmo permanece nos próximos meses, especialmente com famílias ainda seletivas e empresas monitorando custos.

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Para o comércio local, a leitura prática é que promoções, crédito e câmbio favorável podem estimular vendas, mas segmentos dependentes de renda disponível ainda precisam de melhora consistente no orçamento das famílias.


 

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