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Pesquisa aponta que prioridades no trabalho variam mais pelo estágio da carreira do que pela geração

86% da Geração Z priorizam crescimento no trabalho; boomers, equilíbrio

Pesquisa aponta que prioridades no trabalho variam mais pelo estágio da carreira do que pela geração

· 2 min de leitura · Atualizado em 08.05.2026 · NEXUS A.I. do PIRANOT - Editoria de Loterias

Pesquisa aponta que prioridades no trabalho variam mais pelo estágio da carreira do que pela geração

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Um levantamento da consultoria Robert Half mostra que 86% dos profissionais da Geração Z, nascidos entre 1997 e 2012, têm como prioridade o crescimento e a promoção no trabalho, enquanto 66% dos baby boomers, nascidos entre 1946 e 1964, valorizam mais o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. O estudo, realizado com 1.000 profissionais das áreas de finanças, tecnologia, suporte administrativo, jurídico e engenharia, revela que as diferenças refletem principalmente o estágio de carreira e o momento de vida, e não características fixas das gerações, segundo a gerente da Robert Half, Erika Moraes.

A pesquisa destaca que as prioridades profissionais evoluem ao longo do tempo. Profissionais iniciando a carreira, como a maioria da Geração Z, tendem a buscar oportunidades de crescimento e reconhecimento, enquanto trabalhadores mais experientes, como os baby boomers, já consolidaram suas trajetórias e preferem focar no equilíbrio para manter qualidade de vida. Essa dinâmica tem impacto direto nas estratégias de gestão de pessoas adotadas pelas empresas.

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Flexibilidade nas políticas de trabalho é chave para retenção

Segundo a Robert Half, organizações que adotam políticas rígidas e ignoram essas nuances enfrentam desalinhamento entre as expectativas dos profissionais, queda na produtividade e dificuldades para reter talentos. A consultoria recomenda a implementação de sistemas flexíveis que acompanhem a evolução do profissional dentro da empresa, contemplando desenvolvimento contínuo, reconhecimento alinhado a diferentes expectativas e capacitação de líderes para gerir equipes multigeracionais. Erika Moraes ressalta que não é preciso criar políticas individualizadas para cada geração, mas sim construir um ambiente adaptável ao longo da carreira.

O debate sobre as diferenças entre gerações no ambiente de trabalho deve ser abordado com cautela para evitar simplificações. A gerente da Robert Half alerta que o que realmente muda são as prioridades ao longo da vida pessoal e profissional, e não traços fixos de cada geração. Compreender essa evolução é essencial para as empresas que querem se manter competitivas e promover um ambiente de trabalho produtivo e satisfatório para todas as faixas etárias.

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