Felix Rosenqvist, campeão das 500 Milhas de Indianápolis em 2026, deixará a Meyer Shank Racing ao fim da temporada da IndyCar. A decisão foi comunicada pelo piloto sueco aos donos da equipe antes da etapa de Road America, encerrando uma parceria que culminou na vitória da prova mais prestigiada do automobilismo americano no último mês de maio.
Rosenqvist pilotará o carro número 60 da Meyer Shank até a corrida final do campeonato, marcada para 6 de setembro em Laguna Seca. A saída abre uma vaga de tempo integral no grid da principal categoria de monopostos dos Estados Unidos e movimenta o mercado de pilotos para a próxima temporada.
Título histórico na Indy 500
A passagem de Rosenqvist pela Meyer Shank entrará para a história pelo triunfo nas 500 Milhas de Indianápolis. Largando da quarta posição, o sueco superou David Malukas na reta de chegada por apenas 0s0233 — a margem mais estreita em mais de um século de prova. Scott McLaughlin completou o pódio ao superar Marcus Armstrong e Pato O’Ward na última volta. Entre os brasileiros, Hélio Castroneves abandonou a corrida e finalizou em 25º lugar.
Destino incerto e mercado agitado
O destino do piloto ainda não foi anunciado oficialmente, mas rumores no paddock da IndyCar apontam para uma transferência para a Andretti Global ou para a Arrow McLaren — equipe pela qual Rosenqvist já correu antes de chegar à Meyer Shank. O coproprietário do time, Mike Shank, lamentou publicamente a saída do piloto.
Rosenqvist compete na IndyCar Series desde 2019. Antes da Meyer Shank, passou por Chip Ganassi Racing e Arrow McLaren SP. A equipe não detalhou os motivos da separação nem anunciou o substituto no carro 60. A definição interessa diretamente ao mercado: envolve uma equipe estabelecida e um piloto com sete temporadas de experiência na categoria e um título da Indy 500 no currículo.











