Amigos falam sobre família morta em acidente em pedágio; corpos passam por exame de DNA

Amigos da família morta em um acidente de carro em um pedágio de Goiás, conforme vem acompanhando o PIRANOT, falaram sobre a tragédia e contaram quem eram as vítimas. A Prefeitura de Coromandel, interior de Minas Gerais, onde eles moravam, decretou luto de dois dias e prestou solidariedade a todos os moradores da cidade, que tem 28 mil habitantes.

Foto: Reprodução

Nas redes sociais, Alessandra Machado e Fabiano Oliveira, ambos de 42 anos, relembraram, em entrevista ao site Metrópoles, o casal amigo e dizem que tentam guardar boas lembranças do que viveram juntos.

“Ele era uma pessoa muito carismática. Ajudava muita gente, mesmo de forma oculta, mas a gente sabia porque o auxiliava com as doações para famílias carentes”, conta ela.

O empresário Reginaldo Ribeiro Silva Júnior, de 40 anos, não gostava de holofotes e, por isso, segundo Alessandra, a vida dele foi marcada pelo sentido mais genuíno da palavra caridade.

“Ele fazia o bem, mas muito calado. Fazia caridade sem alarde”, relata. “Amizade dele era muito grande. Ele era muito de ouvir. Não tinha aquele trem de ficar desprezando as pessoas”, lembra ela.

Filha de comerciantes de Coromandel, Maiza Mendes de Faria, de 26 anos, encontrou no marido o apoio de que precisava para formar uma família, o sonho dos dois. “Ela era muito atenciosa, dava certo com todos os amigos. Não tenho o que reclamar, sempre conversou bem”, diz a amiga das vítimas.

Pouco antes de morrer, o bebê Cauã Dornelas Ribeiro Silva, tinha acabado de completar dois anos.

Velório e sepultamento

Como os corpos ficaram carbonizados, um exame de DNA foi feito e a liberação deles para velório e sepultamento depende do resultado.

Informar Erro
Leia também